Veja os benefícios da caminhada e saiba como ela te ajuda a ter mais qualidade de vida

benefícios da caminhadaOs benefícios da caminhada são inúmeros para  qualquer um que precise iniciar uma atividade física, ou para quem já é um praticante, além do que não existe exercício mais fácil e sem restrições , sendo que você pode ainda, adaptá-la aos horários e locais que mais lhe agrada.

Com a caminhada, você pode obter excelentes resultados na  hora de  emagrecer e deixar o corpo em formal, mas ela  é uma  verdadeira aliada na hora de prevenir doenças mais graves e até mesmo, o envelhecimento, isso tudo variando apenas a frequência e a intensidade de seus treinos.

Mas quais são os principais benefícios da caminhada?

  1. Manter o peso ou  emagrecer: esse talvez seja o principal motivo que faz com que as pessoas comecem a caminhar, e realmente ela é extremamente funcional neste quesito. No entanto, para potencializar os benefícios da caminhada na hora de queimar gorduras e emagrecer, é necessário andar em um ritmo mais acelerado, ao ponto de aumentar batimentos cardíacos, e por no mínimo trinta minutos.
  2. Melhora a circulação: caminhar durante 40 minutos em média, faz com que o fluxo de sangue aumente, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão, fazendo com que as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. Estudos apontam ainda, que estes benefícios se estendem por até 24 horas após a realização do exercício.
  3. Ajuda os pulmões: os benefícios da caminhada para os pulmões são enormes, além de o órgão ser inteiramente fortalecido durante a prática, ela ainda limpa os pulmões, já que possui função equivalente ao de um xarope bronco dilatador.
  4. Melhora a absorção de cálcio: a caminhada fornece estímulos elétricos aos nossos ossos quando pisamos, tendo maior absorção de cálcio e combatendo a osteoporose;
  5. Aumenta a sensação de bem estar e combate a depressão: quando caminhamos o corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quando aliada a exposição a ambientes verdes, como parques, interfere diretamente no humor e à autoestima.
  6. Diminui a sonolência e cansaço durante o dia: a caminhada, principalmente pela manhã, faz com que o nosso corpo libere uma grande quantidade de adrenalina, que deixa o corpo mais disposto durante todo o dia e, consequentemente, melhora a qualidade do sono de noite.
  7. Reduz à diabetes: A caminhada faz com que o corpo produza mais insulina e ainda, em alguns casos, quebra a resistência do organismo em absorver essa substância, que é a principal responsável pela absorção de glicose pelas células.
  8. Colesterol: Para o coração os benefícios da caminhada são enormes. Sendo que, no caso do colesterol em específico, ela regula os níveis, pois atua na diminuição das gorduras ruins presentes no  nosso organismo, contribuindo diretamente para a diminuição de risco de infartos e derrames.

Aproveitando melhor os  benefícios da caminhada

Sabemos que a prática da caminhada é simples e não exige grandes habilidades, mas não deixa de ser uma atividade física. Por esse motivo, devem ser observados alguns cuidados básicos, para que assim os benefícios da caminhada sejam ainda mais potencializados e, o que é melhor, sem oferecer riscos a sua saúde.

  • Sempre é importante consultar um médico, antes de qualquer atividade física, ainda mais se você tem algum problema de saúde crônico, como: pressão alta e diabetes;
  • Não se esqueça dos aquecimentos e alongamentos após o exercício, eles são fundamentais para que você não se machuque, principalmente, para que anda meio sedentário e está retomando as atividades;
  • Para evitar lesões, escolha um tênis apropriados e roupas confortáveis;
  • É fundamental, manter a hidratação durante o percurso, tanto no calor , por causa da temperatura, e no inverno por cauda umidade do ar que costuma  ficar muito baixa;
  • Tome cuidado com a postura ao caminhar, mantenha os ombros ligeiramente para trás e o queixo levantado, de modo que não fique vendo o chão.

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Saiba o que é e como pode ser tratada a Hipertensão Arterial

Hipertensão ArterialA hipertensão arterial é uma doença perigosíssima, ainda mais, por ser uma doença que normalmente é silenciosa, já que na grande maioria dos casos ela não apresenta sintomas.

Ainda de acordo com a Ministério da Saúde, atualmente, no Brasil a cada três brasileiros, um sofre de hipertensão arterial.

Mas o que é hipertensão arterial?

A hipertensão arterial, conhecida como pressão alta, é quando a pressão do sangue é muito grande sobre as paredes das artérias, podendo acarretar em dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, visão turva e nos casos mais graves, é a grande responsável pelos ataques cardíacos e pelo acidente vascular cerebral.

A hipertensão, na grande maioria dos casos, é uma doença geneticamente transmitida, sendo ainda mais predominante entre homens e pessoas da raça negra. Mas, também, pessoas com obesidade, sedentarismo, que fazem consumo de álcool, tabagismo, alimentação industrializada ou com excesso de sal e de gorduras, tem maior pré-disposição para o desenvolvimento da mesma.

Considera-se pressão alta valores de pressão arterial igual ou superior a 140/90mmHg.

Os perigos da Hipertensão

O perigo mais comum causado pela hipertensão arterial é o Infarto, já que quando aumentam à pressão na parede das artérias, elas começam a criar uma “barreira” para conseguir ficar mais resistente a essa pressão. Assim, com o aumento cada vez maior dessa barreira, gera a obstrução das artérias, ocasionando o infarto.

Já no caso do acidente vascular cerebral (AVC) – a doença que mais mata no Brasil – a situação é ainda pior, sendo que 80% dos casos da doença são em decorrência da hipertensão arterial.

Conforme dito anteriormente, muitas vezes a pessoa só descobre a doença da pior forma possível, quando já desenvolve um quadro mais grave relacionado à hipertensão, sendo que, normalmente, esses sintomas aparecem quando faz uma atividade física muito intensa, a qual não está acostumada.

Quais Alimentos podem ajudar a controlar a hipertensão arterial

Ao descobrir que se tem Hipertensão Arterial, ou pressão alta, é necessária uma mudança no estilo de vida, principalmente, cortando alguns alimentos que são considerados os inimigos da hipertensão – Sal, Açúcar e Álcool.

Somente com a redução do consumo desses itens, você vai eliminar 70% dos problemas relacionados à hipertensão, além disso, alguns outros alimentos aliados às atividades físicas podem ajudar bastante neste processo.

Dessa forma, o cardiologista Marcus Bolívar Malachias, presidente do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia, fez a lista dos alimentos mais importantes para diminuir e prevenir a hipertensão, são eles:

  1. Farelo de trigo : Os grãos e cereais integrais devem aparecer com regularidade no cardápio para se prevenir a obstrução das artérias. Já que esses alimentos são grandes fontes de fibras, o que dificulta a absorção de gorduras e do colesterol ruim, o LDL.
  2. Morango : Pesquisadores, das universidades de East Anglia, na Inglaterra, e Harvard, nos Estados Unidos, descobriram que pessoas que fazem uso frequente do morango e das demais frutas vermelhas, diminuem o risco de ter hipertensão e consequentemente, diminuem o risco de problemas cardíacos.
  3. Semente de abóbora : Essa pequena semente é farta em nutrientes e o principal deles, é o potássio.  Sendo que, níveis adequados de potássio beneficiam a saúde muscular, óssea, nervosa, regula o metabolismo de modo a influenciar positivamente a perda de peso e o ganho de massa muscular, além de atuar nas  funções circulatórias , já que  o mesmo atua diretamente na elasticidade dos vasos.
  4. Clara De ovo : As proteínas contidas na clara do ovo têm uma surpreendente propriedade vasodilatadora.
  5. Soja : Ela impede que fatores de agressão para as artérias, como o colesterol e a glicose, estimulem a formação de placas em sua camada interna, protegendo-as contra entupimentos.

Quais são e como se prevenir das doenças de inverno?

A temperatura e a umidade baixa estão entre os principais fatores para as chamadas doenças de inverno.

As principais doenças de inverno são as respiratórias, fato esse, que se deve principalmente, pelo fato das pessoas ficarem mais em lugares fechados,  o que facilita a propagação de vírus e bactérias que causam inúmeras doenças.

Principais doenças de inverno

As principais doenças de inverno são bem conhecidas da grande maioria da população, até mesmo porque, entra ano e sai ano elas estão por aí assombrando a todos. Vejamos:

doenças de invernoGripe e resfriado – gripes e resfriados são as mais comuns no que se refere às doenças de inverno e, apesar de terem sintomas semelhantes, são doenças diferentes.  Ambas duram entorno de  quatro a cinco dias, causam coriza, obstrução das vias respiratórias,  espirros e dor de garganta,  no  entanto ,  a gripe  causa febre alta , dores, fadiga e pode trazer outras complicações quando  não tratada corretamente.

Pneumonia – esta é uma doença de inverno severa que atinge, principalmente, as crianças e os idosos.  A pneumonia é uma infecção aguda dos pulmões, que pode ser ocasionada depois de uma gripe mal curada, causadas por bactérias, vírus ou fungos.

Amidalite e Garganta Inflamada – são doenças de inverno bem comuns, causadas por vírus ou bactérias, causando muita dor ao engolir, mau hálito e febre.

Otite – normalmente os mesmo vírus ou bactérias que infectam a garganta, podem migrar até o ouvido, causando dor e febre.

Doenças do Sistema Respiratório – aqui temos as doenças de inverno que atinge a grande  parte da  população, são elas: Alergias, Asma, Bronquite, Renite e Sinusite.  Causam inúmeros sintomas, como espirro, coceira, tosse seca ou com catarro, falta de ar, chiado no peito, entupimento do nariz, sendo que, no caso da Sinusite, um  dos maiores sintomas é a  dor de cabeça e nos olhos, além das  pálpebras inchadas, nariz entupido e secreção nasal .

Tratamento das doenças de inverno

Na grande maioria dos casos, os tratamentos dessas doenças são feitas com analgésicos, antitérmicos, anti-inflamatórios.  E ainda, em casos mais graves, como a pneumonia, amidalite e a sinusite, o tratamento pode envolver o uso de antibióticos e corticoides.

Apesar de serem grandes conhecidas de todos, um  grande erro  que  as  doenças de inverno  trazem é automedicação, o que pode ocasionar em sequela mais graves ou  outros  tipos de complicações.

Dessa forma, o tratamento específico para cada caso deve ser prescrito por um médico, sendo que , para estas doenças , a prevenção  pode ser  o melhor  remédio.

Prevenção para doenças de inverno

Apesar de serem doenças distintas, muito dos tratamentos e métodos para se prevenir as doenças de inverno são bastante parecidos, já que são doenças infectocontagiosas. Assim recomenda-se sempre:

  • Lavar muito bem as mãos e nariz;
  • Quando possível – evitar aglomerações;
  • Mantenha-se sempre hidratado;
  • No caso da gripe, a vacina anual é uma excelente forma de prevenção;
  • Evite mudanças bruscas de   temperatura;
  • Mantenha os ambientes arejados e ventilados;
  • Para as doenças respiratórias – mantenha os ambiente limpos e livres de poeira;
  • Não fume;
  • Limpe as vias aéreas, seja com soro fisiológico ou com descongestionantes específicos.

Por fim, uma das melhores formas de prevenção das doenças de inverno é fortalecer o seu sistema imunológico – para tanto, mantenha uma alimentação equilibrada e saudável. Recomenda-se ainda, o consumo dos seguintes alimentos:

prevenção das doenças de inverno

  1. Frutas cítricas e alimentos ricos em Vitamina C: São responsáveis por aumentar a resistência do organismo. Exemplos: laranja, acerola, limão, kiwi, tomate, brócolis, couve, pimentão verde e vermelho, entre outros.
  2. Vegetais verdes escuros e alimentos ricos em ácidos fólicos: Auxiliam na formação de leucócitos (glóbulos brancos) que são responsáveis pela defesa do nosso corpo. Como por exemplo: brócolis, couve, espinafre, feijão, cogumelo e fígado.
  3. Carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas : são alimentos rico em zinco , que ajudam  a combater as gripes e resfriados.
  4. Gengibre – esta raiz é rica em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, que ajuda a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo como um todo.

Ácido fólico: Qual sua importância para o organismo

O ácido fólico é na verdade uma das formas de vitamina B, mais especificamente a vitamina B9. Esse nutriente é peça-chave para a síntese do ácido nucleico, que ocorre em todas as células, sendo responsável pelo armazenamento e transmissão da informação genética. Existem dois tipos de ácidos nucleicos: ácido desoxirribonucleico (DNA) e ácido ribonucleico (RNA).

O nosso corpo não é capaz de armazenar ácido fólico, por isso, precisamos obtê-lo todos os dias para garantir que temos o suficiente para as necessidades do organismo.

Por que o ácido fólico é importante?

De acordo com os especialistas, o ácido fólico (vitamina B9) é vital para uma série de funções, que incluem:

  • A síntese e reparação do DNA e RNA;
  • O auxílio nos processos de divisão e crescimento celular;
  • A produção de glóbulos vermelhos saudáveis;
  • A melhora da memória e da saúde cerebral;
  • O retardamento da perda de audição relacionada à idade;
  • A melhora da saúde do coração.

O ácido fólico é de extrema importância para as mulheres que estão grávidas, pois previne os defeitos no tubo neural (cérebro, crânio e coluna vertebral). O tubo neural do bebê começa a se desenvolver logo nas primeiras semanas de gestação, ás vezes a mulher nem mesmo sabe que está grávida.

Por isso, é imprescindível que todas as mulheres comecem uma suplementação de ácido fólico assim que iniciarem os planos para engravidar. Os defeitos no tubo neural do bebê podem levar a sérios problemas físicos, mentais e comportamentais.

Alimentos ricos em ácido fólico

Os vegetais escuros são sempre lembrados e indicados para a obtenção de ácido fólico. Veja a seguir alguns dos alimentos que são ricos desse nutriente:Ácido fólico

  • Aspargos;
  • Brócolis;
  • Couve;
  • Repolho;
  • Couve-flor;
  • Gema do ovo;
  • Lentilhas;
  • Alface;
  • Fígado (mulheres grávidas não devem consumir fígado);
  • Laranjas;
  • Ervilhas;
  • Espinafre;
  • Sementes de girassol.

Deficiência de ácido fólico

Se você não obter as quantidades necessárias de ácido fólico você pode ter anemia. O ácido fólico ou vitamina B9 tem um papel importante na produção e manutenção dos glóbulos vermelhos. Se os níveis de glóbulos vermelhos estiverem abaixo do normal, o corpo terá dificuldade para fazer o transporte de oxigênio para os sistemas do organismo como um todo.

Essa condição pode ocorrer em pessoas que necessitam maiores quantidades de ácido fólico (gestantes e lactantes) ou em indivíduos com determinados problemas de saúde. Vale ressaltar que alguns medicamentos, como os utilizados no tratamento da artrite, câncer e convulsões, podem aumentar o risco de anemia por deficiência de ácido fólico.

Os sinais e sintomas de deficiência de ácido fólico incluem:

  • Fadiga;
  • Fraqueza;
  • Feridas em torno da boca;
  • Problemas de memória;
  • Irritabilidade;
  • Perda do apetite;
  • Perda de peso.

Além da anemia e dos defeitos no tubo neural do bebê (em caso de gravidez), a deficiência de ácido fólico também pode resultar em:

  • Maior risco de ataques cardíacos;
  • Maior risco de acidentes vasculares cerebrais (AVC);
  • Maior risco de alguns tipos de câncer;
  • Uma queda considerável na contagem de espermatozoides masculinos, causando possíveis problemas de fertilidade;
  • Maior risco de depressão;
  • Diminuição da capacidade mental/cerebral;
  • Maior risco de desenvolver doenças alérgicas.

Suplementação de ácido fólico

Todos nós precisamos obter quantidades diárias de ácido fólico, isso é facilmente possível se tivermos uma alimentação saudável e equilibrada. No entanto, todas as mulheres em idade fértil deveriam fazer a suplementação desse nutriente, não somente aquelas que planejam engravidar, pois como acontece às vezes, a gravidez pode pegá-las de surpresa.

De acordo com uma organização americana chamada March of Dimes, a deficiência de ácido fólico na gravidez aumenta e muito o risco de nascimentos prematuros, defeitos congênitos e mortalidade infantil.

O ideal é que as mulheres comecem tomar os suplementos de ácido fólico antes de engravidar e continuem por pelo menos 5 semanas após a concepção. Normalmente, os médicos aconselham as mulheres a obter 0,4 mg de ácido fólico por dia.

O ácido fólico (vitamina B9) é um nutriente importantíssimo para a manutenção da sua saúde. Na maioria dos casos a alimentação será suficiente para lhe fornecer o que você precisa. No entanto, se você é mulher leve mais a sério essa questão, principalmente se você é ativa sexualmente e está planejando engravidar.

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Dor de ouvido: Quais são as causas mais comuns e como trata-las

Dor de ouvidoDor de ouvido (otite) é um problema relativamente comum, principalmente nas crianças. Em alguns casos, uma dor de ouvido pode ser preocupante, mas na grande maioria das vezes o incômodo é causado por uma simples infecção que muitas vezes será combatida pelo próprio organismo, sem a necessidade de um tratamento.

Geralmente uma dor de ouvido melhora em poucos dias, por isso nem sempre será necessário ir ou levar seu filho ao médico. No entanto, procure ajuda médica se:

  • Você ou seu filho apresentarem outros sintomas, como febre, vômitos, dor de garganta severa, inchaço ao redor da orelha;
  • A dor de ouvido não melhorar em poucos dias;
  • A dor de ouvido estiver muito forte, difícil de suportar;
  • Houver algo preso na região interna do ouvido.

Causas comuns da dor de ouvido

Infecções do ouvido

Se uma infecção do ouvido é o motivo de sua dor, pode ocorrer a saída de um líquido aquoso ou pus da sua orelha. Infecções do ouvido geralmente não necessitam tratamento, mas em alguns casos quando a dor está presente por dias ou semanas, o médico pode indicar o uso de medicamentos. As causas mais comuns de infecção do ouvido são:

  • Infecção do ouvido externo (inflamação no tubo que liga a entrada da orelha até o tímpano);
  • Infecção do ouvido médio (inflamação atrás do tímpano).

De uma maneira geral, as infecções no ouvido são causadas por vírus ou bactérias, sendo que a infecção do ouvido externo é muitas vezes causada pelo excesso de umidade nos tubos, o que facilita a proliferação das bactérias.

Otite média com efusão (OME)

A otite (dor de ouvido) média com efusão, é o acúmulo de líquido na região interna do ouvido, que geralmente provoca alguma perda (temporária) da capacidade auditiva. A condição tende a ser indolor, mas às vezes a pressão criada pelo líquido pode ser o motivo da dor de ouvido.

Esse tipo de ocorrência normalmente é corrigida pelo próprio organismo, mas o mesmo pode demorar meses para eliminar os fluídos indevidos que ali estão. Se o problema for persistente e causar incômodos, pode ser realizado um procedimento médico simples no qual é drenado o líquido para fora do ouvido.

Danos no ouvido

A dor de ouvido pode ser causada também por alguma lesão interna, como resultado por exemplo do uso indevido do cotonete. Se você usar os cotonetes com muita frequência ou se pressionar demais o tímpano, o mesmo pode se romper.

Se isso ocorrer, prepare-se para as lágrimas, pois é o tipo de dor de ouvido das mais fortes. O corpo é capaz de recuperar a área por conta própria, assim como a cicatrização de uma ferida, porém, o tímpano pode levar até 2 meses para estar curado.

Cera de ouvido

Um acúmulo de cera pode às vezes ser o motivo da sua dor. Se você tiver um excesso de cera no seu ouvido, é possível encontrar nas farmácias medicamentos em forma de conta-gotas que uma vez aplicados no ouvido irão amolecer a cera, fazendo com que ela naturalmente seja expelida para fora.

Objeto no ouvido

Se por exemplo houver algo no ouvido do seu filho que esteja causando dor, não tente remover o objeto, pois você pode empurrá-lo mais para dentro ainda, o que poderia danificar o tímpano. Nesses casos, procure o médico o quanto antes para que o mesmo possa remover o objeto com segurança.

Inflamações na garganta

Se você está com dor ao engolir ou dor de garganta em si, sua dor de ouvido pode ser um sintoma de uma infecção na garganta, a exemplo da amigdalite (inflamação da amígdalas que geralmente é causada por uma infecção viral) ou de outras inflamações que podem tornar muito difícil o engolir até mesmo dos líquidos.

A amigdalite às vezes desaparece após alguns dias sem a necessidade do uso de antibióticos, no entanto, para alguns casos, será necessário uma consulta médica.

Problemas na mandíbula

A dor de ouvido pode ser causada por um problema com a articulação do osso da mandíbula (onde a mandíbula se conecta com o crânio). Isso é conhecido como dor da articulação temporomandibular, que pode ocorrer como resultado de problemas como artrite ou bruxismo.

Dores na mandíbula podem ser muitas vezes ser aliviadas com analgésicos ou compressas quentes e/ou frias.

Abcesso dentário

Um abcesso dentário é um “acúmulo” de pus que pode se formar nos dentes ou nas gengivas, como resultado de uma infecção bacteriana. O principal sintoma dessa condição é a dor do dente afetado, que pode ser intensa e latejante.

Entretanto, a dor pode se espalhar para o seu ouvido, nesse caso, o correto é procurar um dentista para que ele remova a fonte de infecção e drene o pus do abcesso.

A dor de ouvido é uma condição que não costuma apresentar maiores riscos. Muitas vezes o próprio corpo se encarrega de tratar a ocorrência, sendo que em algumas vezes as dores de ouvido são sintomas de outros problemas. Em casos de maior desconforto e que a dor permanece por muitos dias, o uso de antibióticos costuma ser eficaz para seu tratamento.

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Chikungunya: Sintomas, tratamentos e tudo o que você precisa saber

chikungunyaObservado pela primeira vez em 1952 durante um surto no sul da Tanzânia, a Chikungunya é uma doença viral transmitida pelo mesmo mosquito responsável pela transmissão do vírus da dengue, o Aedes aegypti.

No momento, ainda não há uma vacina para sua prevenção assim como não há um tratamento antiviral considerado eficaz. No entanto, a Chikungunya é uma doença de curso limitado, raramente fatal.

Transmissão

O vírus da Chikungunya é transmitido pela picada de mosquitos fêmeas infectados pelo mesmo. Os mosquitos são mais ativos durante o início da manhã e final da tarde, mas podem picar a qualquer momento. O período de incubação pode variar entre 2 a 12 dias, mas os sintomas iniciais geralmente aparecem de 2 a 7 dias após a picada do mosquito infectado.

Sintomas

Os sintomas da Chikungunya normalmente possuem curta duração, mas podem se prolongar por períodos maiores em casos específicos. Por essa razão, o vírus pode ser classificado como agudo ou crônico. Os sinais e sintomas da Chikungunya incluem:

  • Febre;
  • Dor nas articulações (Artralgia);
  • Dor muscular (Mialgia);
  • Dor de cabeça;
  • Náusea;
  • Fadiga;
  • Erupções cutâneas.

A maioria das pessoas que contraem a doença apresentam melhoras em cerca de sete dias, mas em alguns indivíduos as dores nas articulações podem durar meses. Em casos raros, a Chikungunya pode levar a outras complicações, tais como:

  • Problemas oculares;
  • Inflamação do coração;
  • Inflamação do fígado;
  • Inflamações na pele;
  • Inflamação dos rins;
  • Inflamações nos nervos.

Os recém-nascidos e os idosos (mais de 65 anos) têm mais chances de apresentarem essas complicações, especialmente se os mesmos estiverem manifestando outros problemas médicos. A morte causada pela Chikungunya é algo raro, mas ocorre principalmente em idosos.

Diagnóstico

Para diagnosticar o vírus da Chikungunya será necessário uma análise clínica juntamente de alguns exames de sangue. Os anticorpos encontrados no sangue irão distinguir a Chikungunya de seus parentes mais próximos, a dengue e o Zika vírus. Entre os testes e exames estão:

  • Eletrólitos (avaliação hidroeletrolítica do organismo);
  • Contagem das plaquetas;
  • Testes de coagulação;
  • Teste do torniquete (determina a fragilidade dosvasos capilares);
  • Raio-X do tórax;
  • Hematócritos (contagem de glóbulos vermelhos).

Tratamento

Como ainda não há um medicamento específico para o tratamento da Chikungunya, é importante que as pessoas que foram infectadas bebam ao mínimo 2 litros de água por dia, além de se manterem em repouso enquanto o organismo luta contra essa infecção viral.

Para muitos pacientes, as dores nas articulações é o sintoma mais agressivo, precisando de atenção específica no tratamento da Chikungunya. Na maioria das vezes, os medicamentos analgésicos são capazes de oferecer o alívio adequado. Anti-inflamatórios como a “aspirina” e o “ibufreno” são capazes de oferecer uma melhora significativa das dores, embora outros medicamentos a exemplo do “paracetamol” também podem ser eficazes.

Como prevenir a Chikungunya

Ainda não há uma vacina para prevenir o vírus da Chikungunya, portanto, o fator mais importante relacionado a sua prevenção é se distanciar dos locais de reprodução dos mosquitos. Do mesmo modo, você deve tomar os devidos cuidados para que sua casa não se torne um desses locais.

Por essas razões, é fundamental evitar as áreas de retenção de água parada, já que as larvas do mosquito nascem e se criam nessas condições. Na sua casa, tenha muita atenção com os recipientes que possam ter um acúmulo de água. Coloque areia nos vasos de flores, a areia mantém a umidade que as plantas precisam evitando que o prato na base do vaso se torne um local de reprodução para os mosquitos.

Calhas, canos e principalmente as caixas d’água devem ser averiguadas frequentemente, pois são locais ideias para o desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti. Além disso, inseticidas podem ser usados para eliminar os mosquitos.

Recomenda-se também o uso de roupas que evitem a exposição da pele, principalmente em locais onde já houve registros da doença. Repelentes podem oferecer alguma proteção, embora uma cobertura física como um mosquiteiro durante o sono ou telas nas janelas são mais eficazes.

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Conheça alguns alimentos e nutrientes que fortalecem o sistema imunológico

Sistema imunológicoO sistema imunológico é uma rede complexa de células, tecidos e órgãos que trabalham em harmonia para defender o corpo de agentes externos. Entre esses invasores estão as bactérias, vírus, parasitas, fungos e outros organismos que podem causar danos a nossa saúde.

O corpo humano fornece um ambiente ideal para muitos desses micro-organismos. A função do seu sistema imunológico é mantê-los afastado, mas caso não seja possível, o mesmo deve encontrá-los e destruí-los.

Se o seu sistema imunológico estiver enfraquecido, naturalmente você estará mais exposto a infecções e doenças, por isso, veja a seguir os alimentos e os nutrientes que fortalecem sua imunidade.

Alimentos que fortalecem o sistema imunológico

Há certos grupos de alimentos que são ricos em nutrientes vitais para a manutenção e fortalecimento do sistema imunológico. Planeje suas refeições sempre incluindo alguns desses alimentos, você irá reduzir consideravelmente as chances de contrair infecções ou doenças.

Frutas cítricas

Você sabia que a vitamina C um dos principais nutrientes para manutenção do sistema imunológico? É por isso que muitas pessoas se voltam a ela quando pegam uma gripe ou um resfriado. A vitamina C aumenta a produção de glóbulos brancos, peça-chave para o combate às infecções. As frutas cítricas mais populares são:

  • Laranja;
  • Limão;
  • Tangerina.

O corpo humano não é capaz de produzir e nem de armazenar a vitamina C, por isso, é essencial ter uma entrada diária desse nutriente no organismo.

Pimentão vermelho

Se você acha que as frutas cítricas têm mais vitamina C do que qualquer outro tipo de alimento, pense de novo. O pimentão vermelho tem o dobro de vitamina C, assim como é uma ótima fonte de betacaroteno, um potente antioxidante que aumenta a imunidade, previne o envelhecimento precoce e atua no metabolismo das gorduras.

Brócolis

O brócolis possui um arsenal incrível de vitaminas e minerais. Rico em vitaminas A, C e E, bem com numerosos antioxidantes, o brócolis é um dos vegetais mais saudáveis que você pode ter em suas refeições. No entanto, a chave para manter seu poder intacto é cozinhá-lo o mínimo possível, de preferência ao vapor.

Alho

O alho é facilmente encontrado em praticamente todas as culinárias do mundo. Desde as primeiras civilizações esse alimento já era utilizado para combater as infecções. Além disso, o alho pode ajudar a diminuir a pressão arterial e retardar o endurecimento das artérias.

As propriedades do alho para o sistema imunológico se baseiam em uma pesada concentração de compostos que contém enxofre. Esse mineral é imprescindível para a saúde, porque ele potencializa a ação das vitaminas fundamentais para o bom funcionamento do nosso organismo.

Espinafre

O espinafre assim como o brócolis é também um dos melhores vegetais para o fortalecimento do sistema imunológico. Rico em vitamina C e antioxidantes como o betacaroteno, o espinafre é um alimento que não pode ficar de fora da sua dieta, pois seus nutrientes tem papel essencial no combate das infecções.

Iogurte

Quando você for comprar um iogurte, opte por aqueles que “cultivam” bactérias vivas e ativas, a exemplo dos lactobacilos. De acordo com os estudos, esses micro-organismos estimulam o sistema imunológico a combater as doenças. O iogurte também pode ser uma ótima fonte de vitamina D, nutriente que aumenta a imunidade natural do organismo.

Nozes, amêndoas e castanhas

Quando se trata de combater os resfriados e as infecções, a vitamina E fica um pouco atrás da vitamina C, mas isso não quer dizer que ela não tenha sua importância, pelo contrário, é peça-chave para um sistema imunológico saudável. A vitamina E é uma vitamina lipossolúvel, ou seja, necessita da presença de gorduras para ser bem absorvida.

Nozes, amêndoas e castanhas são ótimas fontes de gorduras saudáveis, apenas meia xícara desses oleaginosos fornecem praticamente 100% da quantidade diária recomendada.

Chá verde

O chá verde também é um importante aliado para o fortalecimento do sistema imunológico, pois possui grandes quantidades de flavonoides, um antioxidante com propriedades anti-inflamatórias. Além desse, o chá verde têm em sua composição o aminoácido L-teanina, que auxilia no combate aos germes e as infecções.

Embora gostaríamos que fosse diferente, a realidade é que o nosso sistema imunológico está sob constante ataque de diversos agentes ambientais e biológicos que podem oferecer riscos a nossa saúde. Por esse motivo, é importantíssimo que você mantenha sua imunidade sempre em bom funcionamento.

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Bruxismo: Quais são as causas, os sintomas e os tratamentos

bruxismoBruxismo é o termo médico para uma desordem funcional caracterizada pelo ranger e apertar dos dentes. Essa condição pode causar dores na mandíbula assim como o desgaste dos dentes, sendo que aproximadamente 80% dos casos de bruxismo ocorrem durante o sono.

As pessoas que rangem ou apertam os dentes quando estão dormindo são mais propensas a apresentarem distúrbios relacionados ao sono, tais como ronco e pausas na respiração (apneia do sono). Há pessoas que sofrem com o bruxismo mesmo quando estão acordadas, embora nesses casos geralmente ocorre apenas a pressão na mandíbula, decorrente do apertar dos dentes. Em ambos os casos, o bruxismo ocorre de maneira inconsciente.

Causas do bruxismo

Os especialistas ainda não sabem qual a causa exata para o bruxismo, embora essa condição quase sempre ocorre associada a outros fatores, que incluem:

  • Problemas emocionais (ansiedade, estresse, raiva, frustração ou tensão);
  • Problemas de personalidade (agressividade, competitividade ou hiperatividade);
  • Apneia do sono;
  • Efeitos colaterais de medicamentos antidepressivos;
  • Resposta à dores de ouvido ou dente (geralmente em crianças);
  • Complicações derivadas por certos distúrbios (Doença de Huntington e Mal de Parkinson).

Apesar de todos esses fatores, cerca de 70% dos casos de bruxismo são relacionados ao estrese e a ansiedade.

Sintomas do bruxismo

Os sinais e sintomas do bruxismo podem incluir:

  • Rangimento dos dentes, que pode ser alto o suficiente para acordar quem está dormindo ao lado;
  • Dentes achatados, fraturados, lascados ou soltos;
  • Sensibilidade dentária;
  • Dor na mandíbula;
  • Dor na musculatura da região da mandíbula;
  • Dor de ouvido;
  • Dor de cabeça (região temporal);
  • Desconfortos na bochecha e nas gengivas;
  • Cortes na língua.

Diagnóstico do bruxismo

Durante os procedimentos odontológicos de rotina, seu dentista irá verificar se há algum sinal de bruxismo. Se o profissional suspeitar que você está sofrendo dessa desordem funcional, ele irá lhe fazer perguntas sobre sua rotina diária, se você faz uso de algum medicamento, sobre seus hábitos de sono entre outras.

Caso você não faça visitas regulares ao dentista, consulte o mesmo ou um médico se:

  • Seus dentes estivem gastos, danificados e sensíveis;
  • Sentir dores na mandíbula;
  • Sentir dores no ouvido logo nas primeira horas do dia;
  • Reclamarem que você range os dentes ao dormir;

Tratamento do bruxismo

Os tratamentos recomendados para o bruxismo incluem terapias comportamentais e a utilização de protetores bucais. Exercícios de relaxamento muscular e medidas de monitoramento do sono também podem ajudá-lo a gerenciar os sintomas.

Protetores bucais

Se você range e pressiona seus dentes enquanto está dormindo, talvez seja necessário fazer uso de um protetor bucal. Esse acessório cria uma barreira física entre os dentes inferiores e superiores, os protegendo dos danos naturais do bruxismo. Além disso, os protetores bucais reduzem os ruídos do ranger dos dentes assim como a pressão sobre a mandíbula.

Os protetores bucais geralmente são feitos sob medida, mas também é possível encontrá-los nas farmácias em tamanhos e formas padronizadas. No entanto, vale ressaltar que esses acessórios não curam o problema, apenas amenizam os danos e os sintomas.

Tratar a causa subjacente

Terapias psicológicas e comportamentais visam tratar por exemplo o estresse e a ansiedade, problemas subjacentes que podem ser o motivo para o ranger e apertar dos dentes. Se o bruxismo for relacionado com o estresse, é importante que você procure relaxar para ter uma boa noite de sono. Há uma série de coisas que você pode fazer para se sentir mais calmo, que incluem:

  • Yoga;
  • Respirar profundamente;
  • Massagem;
  • Leitura;
  • Meditação;
  • Ouvir músicas calmas e relaxantes.

Problemas dentários

É importante que você faça visitas ao seu dentista regularmente, para que qualquer problema de “moagem” dos dentes possa ser tratado o mais rápido possível. Se um dente rachar e não for tratado adequadamente, uma infecção dentária pode fazer ser necessário um tratamento de canal radicular.

Em casos mais graves, o dente pode se dividir em dois. Caso isso aconteça, seu dentista terá que remover o dente por completo.

Medicamentos

Geralmente não se utiliza medicamentos para tratar o bruxismo. Entretanto, anti-inflamatórios podem ajudar a aliviar as dores e inflamações decorrentes do apertar dos dentes. Um relaxante muscular também pode ajudar, nesse caso para diminuir o desconforto da mandíbula.

Como você viu, o bruxismo é uma condição geralmente motivada por outros problemas, sendo os principais o estresse e a ansiedade.

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O que é, causas, sintomas e tratamentos da osteoartrose

OsteoartroseTambém conhecida como doença articular degenerativa ou artrite degenerativa, a osteoartrose é um dos problemas mais comuns das articulações. Qualquer articulação do corpo humano pode ser afetada, mas a condição ocorre com mais frequência nos joelhos, quadris, parte inferior das costas e pescoço, pequenas articulações dos dedos e as bases do polegar e do dedão do pé.

Nas articulações que estão normais, um material firme e elástico chamado cartilagem cobre as extremidades de cada osso. A cartilagem fornece uma superfície lisa, no qual facilita a movimentação do ossos atuando como uma proteção dos mesmos. Na osteoartrose, a cartilagem se rompe, causando dor, inchaço e problemas de movimentação das articulações.

A osteoartrose (popularmente conhecida apenas como artrose) é uma doença progressiva, os sinais e sintomas tendem a piorar gradualmente ao longo do tempo. Não há cura para essa condição, no entanto, há medidas para gerenciá-la.

Quem é afetado?

Embora a osteoartrose possa ocorrer em pessoas de todas as idades, sua ocorrência é relativamente maior em pessoas acima de 65 anos. Os fatores de risco mais comuns incluem:

  • Aumento de idade;
  • Obesidade;
  • Lesão articular prévia;
  • Uso excessivo de determinada articulação;
  • Genética.

Aproximadamente 50% dos adultos irão apresentar os sintomas das osteoartrose no joelho em algum momento de suas vidas. Um em cada quatro adultos irá experimentar o desenvolvimento da osteoartrose no quadril aos 85 anos de idade.

Sintomas da osteoartrose

Os sintomas da osteoartrose variam de acordo com as articulações que são afetadas, assim como sua gravidade. Entretanto, os sintomas mais comuns são dor e rigidez, particularmente na primeira parte da manhã e/ou após um descanso.

As articulações podem ficar inchadas, especialmente depois de uma atividade prolongada. Esses sintomas se constroem ao longo do tempo, sendo que os mais comuns incluem:

  • Dores nas articulações;
  • Problemas de movimentação das articulações afetadas;
  • Rigidez da articulação afetada (mais grave ao acordar).

Há casos em que as pessoas com osteoartrose não apresentam os sintomas de forma recorrente, mas se a condição está presente, a tendência é que os mesmos evoluam lentamente.

Além dos sintomas acima descritos, outros menos comuns podem aparecer, dentre os quais:

  • As articulações afetadas são maiores do que o normal;
  • Após mover a articulação por algum tempo, a dor e a rigidez podem piorar;
  • As juntas podem ficar quentes;
  • Movimentos limitados das articulações afetadas;
  • Sensação de ranger ou estalos na articulação afetada.

Causas da osteoartrose

Embora a osteoartrose tenha sido por muito tempo acreditada como sendo uma causa do desgaste das articulações ao longo de tempo, os especialistas agora determinam essa condição como uma doença das articulações. Veja a seguir alguns fatores que podem contribuir para o desenvolvimento da osteoartrose:

Genes

Algumas características genéticas podem tornar uma pessoa mais propensa a desenvolver a osteoartrose. Uma delas é um defeito raro na produção de colágeno, uma proteína que compõe a cartilagem. Essa anomalia pode causar a osteoartrose mesmo em pessoas na faixa dos 20 anos de idade.

Peso

O excesso de peso, mais especificamente, exerce uma pressão adicional nos quadris e joelhos. Se você está muito acima do seu peso, a cartilagem que faz um papel de “almofada” das articulações pode “quebrar”, independentemente da sua idade. Além disso, estudos sugerem que o excesso de tecido adiposo produz substâncias químicas inflamatórias (citocinas) que podem danificar as articulações.

Lesões e uso excessivo

Movimentos repetitivos ou lesões na articulações (fraturas e rupturas dos ligamentos) podem motivar a osteoartrose. Alguns atletas, por exemplo, podem sofrer previamente com essa condição devido aos excessos naturais do esporte em questão.

O enfraquecimento dos músculos que suportam uma articulação também pode levar ao movimento desequilibrado e eventualmente causar a ruptura da cartilagem.

Diagnóstico da osteoartrose

Para diagnosticar a osteoartrose, o médico irá analisar as informações do seu histórico médico e familiar. Exames físicos e de diagnóstico também serão solicitados.

As informações necessárias para ajudar a diagnosticar a osteoartrose incluem:

  • Descrição dos sintomas;
  • Detalhes sobre quando e como os sintomas começaram;
  • Detalhes sobre outros problemas médicos (se existirem);
  • Detalhes sobre a localização da dor e/ou da rigidez;
  • Lista de medicamentos atuais (se há algum em uso).

O exame físico irá examinar as articulações e testar a amplitude dos movimentos. O médico deve procurar por área dolorosas, inchadas ou com outros sinais de danos. Já os testes de diagnóstico podem ser necessários após a análise do histórico médico e do exame físico. Os testes podem ser:

  • Raio-X (Os raios-X mostram se há danos ou alterações relacionadas à osteoartrose);
  • Punção articular (O médico irá inserir uma agulha na articulação para retirar o fluído que ali está para ser examinado posteriormente);
  • Ressonância magnética (Oferece uma imagem melhor do que as imagens do raio-X).

Tratamento da osteoartrose

A osteoartrose é uma doença crônica (de longo prazo). Não há cura, mas há tratamentos disponíveis para controlar os sintomas. A gestão da doença irá incluir vários fatores, dentre os quais:

  • Controle dos sintomas, como dor, rigidez e inchaço;
  • Melhora da mobilidade e da flexibilidade das articulações;
  • Manutenção saudável do peso;
  • Praticar exercícios regularmente.

Medicamentos

Medicamentos para osteoartrose estão disponíveis na forma de pílulas, xaropes ou cremes, mas podem ser diretamente injetados na articulação afetada. Entre os medicamentos estão:

  • Analgésicos;
  • Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs);
  • Corticoides;
  • Ácido hialurônico.

Em casos mais graves, uma cirurgia articular pode reparar as articulações danificadas, especialmente quando o problema for nos joelhos ou quadris. Um médico ortopédico será responsável pelo procedimento.

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Pedras nos rins – Saiba quais os sintomas, causas e tratamentos.

pedras nos rinsTodos sabem que pedras nos rins não é uma doença rara e que pode acontecer em qualquer tipo de pessoa, basta apenas que essa pessoa seja negligente com sua saúde e ela se apresentará.

Para trazer mais informação sobre o assunto, escrevi este post mostrando os sintomas, causas e tratamentos relacionados a doença de pedras nos rins, confira!

Mas o que são pedras nos rins?

As pedras nos rins, como é mais conhecida, ou o cálculo renal, é uma doença que implica na presença de uma pequena quantidade de massa cristalizada nos rins, ou pequenas pedrinhas, além de também poder aparecer em outros órgãos do trato urinário.

Atualmente o cálculo renal é classificado em quatro formas, mas cada um tem diferenças em ralação aos outros devido suas características especificas, veja quais os tipos de cálculo renal que podem existir:

O cálculo de cistina:

Esse tipo de cálculo renal pode se apresentar em indivíduos que que sofrem de cistinúria, que é uma doença dos rins de fator hereditário atingindo homens e mulheres.

O cálculo de cálcio:

O cálculo renal do tipo cálcio é o mais conhecido e mais comum de acontecer, mas se apresenta com mais frequência em pessoas do sexo masculino do que no feminino na faixa etária entre 20 e 30 anos de idade. Esse tipo de cálcio após trato pode reaparecer e causar problemas novamente.

Devido a possibilidade de combinações do cálcio com outras substancias, a pedra nos rins de cálcio pode aparecer com mais frequência devido sua formação com essas outras substancias. Há também a possibilidade de outras doenças do intestino delgado levarem ao surgimento desse tipo de pedras nos rins.

O Cálculo de ácido úrico:

Os cálculos de ácido úrico estão presente apenas em 7% do total de todos os tipos de cálculo renal. Esse tipo de ácido também é mais frequente em homens do que em mulheres e está relacionado com alimentação rica em proteínas.

O fator genético também está ligado a este tipo de cálculo renal.

O cálculo de estruvita:

Esse tipo é mais comumente encontrado nas mulheres que sofrem com infecções no trato urinário, podendo trazer complicações serias, pois o crescimento das pedras podem chegar ao ponto de bloquear os rins.

Quais os sintomas de pedras nos rins?

Quem já sofreu com esse problema sabe que a doença por si só não causa sintomas, o que acontece é que quando as pedras se movimentam dentro dos rins ou estão para sair é que é identificado a presença da doença. A partir disso é que os sintomas aparecem, são eles:

  • Náuseas e vômitos.
  • Dor lombar que alterna entre leve e intensa, podendo ser sentido em outros locais como o abdômen.
  • Vontade de evacuar e ao ir ao banheiro não sair nada.
  • Vontade de ir ao banheiro urinar mas não consegue urinar muito.
  • Sentir ardência durante o ato de urinar.
  • Siar sangue junto à urina.

Quais as causas de pedras nos rins?

O que causa a aparição de pedras nos rins é o excesso de substancias sólidas, como o oxalato, o cálcio, ou ácido úrico. Com a presença de grande sólidos nos rins e formação de cristais por essas substancias sólidas as pedras nos rins se formam e causam os sintomas já citados.

Alguns fatores de risco que são sabidos que causam pedras nos rins são:

  • Dietas ricas em proteínas.
  • Pessoas com problema de excesso de peso.
  • Familiares que já tiveram problemas relacionados a pedras nos rins.
  • Pouca hidratação.

Como se tratar?

Durante os sintomas, as pessoas que estão com esse problema podem ingerir grandes quantidades de água, de 3 para 4 litros de água por dia ajudará a expelir as pedras nos rins e dificultará na formação de outras, já que os rins estarão bem hidratados. Se os rins permanecem secos, haverá mais facilidade de aparecer outras pedras.

Pode ser usado também remédios, como os analgésicos para diminuir as dores causadas pelas pedras.

Quando os procedimentos anteriores não derem resultado devido ao tamanho das pedras ser muito grande, tratamentos cirúrgicos podem ajudar, são eles:

  • Traqueostomia percutânea.
  • Ureteroscopia.
  • Litotripsia extracorpórea.
  • Cirurgia de glândulas paratireoides.

Cuide da sua saúde.

Portanto este artigo teve a missão de informar sobre uma doença muito comum e que pode acometer qualquer pessoa. Os problemas de cálculo renal podem ser facilmente evitados se você ingerir bastante liquido diariamente.

Sempre pratique exercícios físicos e consuma uma dieta balanceada para melhorar ainda mais a sua saúde. Dessa forma você está indo para uma vida mais longa e saudável.

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