Entenda a importância da utilização de água tratada nos alimentos

O cuidado com a alimentação vai bem além do consumo de frutas, legumes, verduras, etc.  A manipulação e utilização de água tratada nos alimentos é parte vital para garantir a eliminação de parasitas e bactérias.

A utilização de água tratada começa desde o plantio de alimentos como frutas e vegetais, até o processo de preparação e cozimento dos alimentos, sendo capaz de reduzir os riscos de contaminações.

O tratamento de água agrega mais benefícios no consumo dos alimentos, garantindo uma alimentação mais segura e saudável

Uma alimentação balanceada é rica em vitaminas, proteínas, ferro, carboidrato, etc, e impacta diretamente na qualidade de vida e longevidade de um ser humano, porém quando esses alimentos são consumidos sem o devido cuidado podem causar um efeito contrário no organismo levando a sérias doenças, como vamos ver mais à frente.

Como já dito a água não é utilizada apenas no processo de higienização e preparo dos alimentos, no caso de legumes, verduras e frutas seu consumo inicia-se no processo de cultivo já que a água tratada é rica em oxigênio e minerais,  e sua utilização durante o cultivo garante maior proteção aos alimentos contra bactérias e redução na utilização de agrotóxicos.

Já na etapa de higienização e preparo, a utilização da água tratada nos alimentos garante a proteção contra a ingestão de bactérias e microorganismos que poderiam estar presentes nos alimentos.

O processo de tratamento de água reduz os riscos de doenças como infecções e intoxicações alimentares

Assim como mencionamos anteriormente, a água tratada é responsável pela eliminação de bactérias, microorganismos e parasitas que podem estar presentes nos alimentos durante o processo de higienização, preparação e cozimento dos alimentos.

Além dos alimentos outro ponto que merece atenção são os utensílios que serão utilizados durante o preparo, já que também podem causar contaminações como a contaminação cruzada, por exemplo. Por isso devem ser higienizados com água tratada e sabão neutro.

A contaminação cruzada é bem comum e ocorre quando um microorganismo é transferido de um lugar para outro, normalmente através de utensílios, como: panelas, escorredores, etc.

Os cuidados antes e durante o preparo dos alimentos impactam diretamente na saúde do consumidor, não se limitando apenas aos alimentos. Além da contaminação cruzada, existem outras doenças que podem ser causadas pelos alimentos, conheça algumas:

  • Salmonella

Normalmente ocorre ao ingerir carnes brancas e vermelhas sem a devida higienização e em ovos mal cozidos ou expostos a temperaturas extremas. Os sintomas surgem entre 6 hs á 3 dias após o consumo do alimento e podem variar de pessoa para pessoas, os mais comuns são: náuseas, vômitos, dores abdominais, diarreia, febre acima de 38º, dores musculares e dor de cabeça.

  • Bacillus cereus

A transmissão pode ocorrer por meio de arroz, vegetais e carnes armazenadas em locais com temperaturas inadequadas e seus sintomas podem surgir em até 16 hs após o consumo. Os sintomas mais comuns são: náuseas, diarreia, vômitos intensos e cansaço excessivo

  • Escherichia coli

Essa doença pode se manifestar de diferentes maneiras, já que seus sintomas variam de acordo com a bactéria presente no alimento, sendo as mais recorrentes: enterohemorrágica, enteroinvasiva, enterotoxigênica e patogênica encontradas em alimentos sem a devida higienização e mal cozinhados, como por exemplo carnes mal passadas.

Entre os sintomas que podem ocorrer estão: Dores abdominais, vômitos frequentes, dor de cabeça, náuseas constantes, sangue na urina e diarreia líquida seguida de fezes com sangue.

São muitas as doenças que podem ser causadas com a má manipulação dos alimentos, citamos as mais recorrentes. Por isso é de extrema importância seguir todos os processos adequados durante a manipulação, incluindo a certificação de que a água utilizada esteja devidamente tratada.

O fato é que a água é um elemento vital para a existência humana, seja em seu consumo isolado ou durante a preparação de alimentos. Quando o processo de preparo ocorre com os devidos cuidados, utilizando a água tratada nos alimentos agrega-se maior segurança no consumo de pratos saborosos e livres de contaminação.

Tudo sobre gravidez: cuidados que você precisa ter durante a gestação

gravidezSer mãe é uma mistura de alegria e de extrema responsabilidade, afinal de contas, o corpo da mulher será o suporte e o apoio para o nascimento de uma criança saudável. São nove meses de gravidez (geralmente, exceto em prematuros) que a mulher precisa ter cuidado redobrado com sua saúde e, por consequência, com a do bebê. Aliás, se pararmos para pensar, devido à amamentação, esse prazo acaba sendo um pouco maior ainda.

De maneira geral, qual é a mãe que não se preocupará com o bem-estar de seu próprio filho, não é mesmo? Então, agora você saberá tudo sobre gravidez. Tudo para que você possa ter os cuidados devidos e necessários para uma excelente gestação. Está pronta? Então, vamos às dicas!

Pré-natal

O primeiro passo, após confirmar a gestação é procurar por um ginecologista-obstetra para dar início ao pré-natal. Mensalmente, você terá acompanhamento médico para garantir uma gravidez tranquila e, consequentemente, um parto sem dificuldades.

Dormir e descansar

Com a presença de um “serzinho” no ventre da futura mamãe, a rotina da mulher acaba sendo alterada. Por isso, é bastante comum a grávida ficar com mais sono durante os três primeiros meses de gestação. Então, diante de sonolência, o ideal é procurar descansar mesmo por cerca de vinte, trinta minutos. Isso mudará nos três últimos meses, quando a grávida já ficará mais desconfortável para dormir e tenderá a ter insônia. Nesse caso, o ideal é fazer atividades calmas antes de dormir, como a leitura de um livro e evitar qualquer soneca ao longo da tarde.

Alimentação durante a gravidez

Esse é um dos itens mais importantes também dentro do tema “tudo sobre gravidez”, pois tudo que a mamãe come, vai para o bebê. Então, é necessário muita atenção no que comer e/ou beber. É super indicado que a grávida se alimente em períodos de três em três horas, em quantidades menores e mais vezes ao dia. Beber líquidos é essencial!

Vícios

Agora, o que não é nada bem-vindo são as bebidas alcoólicas que são prejudiciais ao feto, podendo causar má formação, assim como o uso de drogas ilegais ou o ato de fumar. Aliás, no caso do cigarro, esse ato pode envelhecer a placenta, ocasionado um parto prematuro. Então, o mais indicado é não fumar, mas, se a grávida não conseguir, pelo menos, o recomendado é diminuir o uso de tabaco.

Exercícios na gestação

Sim, grávidas fazem exercícios específicos! Em academias mesmo há profissionais que passam treinos apropriados para as grávidas. Mas, se preferir um exercício mais simples e de custo baixo, o recomendável é caminhar por cerca de vinte ou trinta minutos. Isso somente não é adequado, caso a grávida já tenha tido partos prematuros anteriormente ou sofre de sangramentos ou ainda, seja anêmica.

Hidratando a pele

Na gravidez, como sabemos, o corpo da mulher sofre muitas alterações. A pele fica muito mais elástica, principalmente, na região abdominal e das mamas. Por isso é extremamente importante e necessário que a mulher hidrate bem sua pele para evitar estrias.

Utilizando roupas confortáveis

Quanto mais a barriga cresce, mais confortável a grávida deve ficar com relação às suas roupas. Sendo assim, é recomendado o uso de peças íntimas bem confortáveis. Roupas mais soltinhas é a melhor opção!

Uso de medicamentos

Para quem está acostumada se automedicar, diante de gravidez, esqueça isso ainda mais. Sabe aquele simples remedinho para dor de cabeça? Não tome! Por mais simples que seja, você precisa consultar seu obstetra para saber se aquele pode ou não ser tomado. Fique muito atenta!

Agora que você já sabe tudo sobre gravidez, tome os devidos cuidados. Esses são alguns dos principais cuidados. Vale lembrar que, qualquer dúvida, o ideal é consultar imediatamente o seu obstetra.

O que é cirurgia blefaroplastia?

Com o passar dos anos, nossa pele perde a elasticidade da juventude e, com isso os sinais da idade vão se acentuando cada vez mais. O rosto começa a apresentar estes sinais mais rápido surgindo linhas de expressão, rugas e vulcos. Em alguns casos a pessoa apresenta um “olhar cansado e envelhecido”, decorrente do excesso de pele na região das pálpebras. Para resolver esta situação, existe um procedimento cirúrgico chamado Blefaroplastia.

Blefaroplastia

Este é o nome da cirurgia plástica que retira o excesso de pele da região superior das pálpebras e também das bolsas que são formadas na região inferior.

Existem dois tipos da cirurgia blefaroplastia: a da região inferior e superior.

Apesar de ser realizada os dois tipos, o paciente pode optar por realizar somente em uma região.

A cirurgia de pálpebras pode ser realizada com fins estéticos ou funcional. Para fins funcionais é recomendada para pacientes que possuem a pálpebra superior interferindo em sua capacidade de visão, trazendo dificuldades para ler, assistir televisão ou qualquer atividade que seja necessário o foco da visão.

A blefaroplastia também pode ser realizada junto com outras cirurgias como por exemplo, a rinoplastia e o lifting.

Blefaroplastia inferior

Este procedimento é indicado para pacientes que possuam rugas na parte inferior das pálpebras e tem como objetivo eliminá-las, proporcionando uma pele lisa, livre de imperfeições. A sensação de olheiras profundas também é eliminada.

Blefaroplastia Superior

Já a cirurgia de pálpebras superior é indicada para pacientes que possuam ptose – queda da pálpebra devido a causas musculares– ou pseudoptose pálpebra – queda de pálpebra decorrente do excesso da pele e envelhecimento.

Como é realizada a Cirurgia das Pálpebras

Por se tratar de um procedimento cirúrgico, é necessária internação hospitalar com previsão de 6 a 8 horas, ou de 12 a 24 caso sejam realizadas outras cirurgias, como por exemplo rinoplastia ou lifting facial.

A cirurgia tem duração de aproximadamente de 40 minutos a 1 ½ hora, e geralmente é utilizada anestesia local com sedação. Em alguns casos a anestesia geral.

Cuidados com o pré-operatório

Antes de serem realizados procedimentos cirúrgicos, o paciente deverá ser submetido a realização de exames indicados pelo cirurgião plástico. Estes exames são obrigatórios e devem ser realizados antes da cirurgia de blefaroplastia.

Para os pacientes tabagistas, é necessário que fiquem sem fumar pelo menos 1 mês antes da cirurgia.

Todos os medicamentos e tratamentos realizados pelos pacientes, devem ser informados ao cirurgião plástico, mesmo que não tenham relação com a cirurgia plástica.

Cuidados com o pós-operatório

Nos primeiros dias observam-se pálpebras inchadas, o que é normal, devendo o paciente permanecer em repouso por 1 semana. Aos poucos este inchaço diminui e as mudanças são observadas após a retirada dos pontos.

A cicatriz da blefaroplastia é mínima e muito discreta, inclusive fica bem disfarçada na região das pálpebras.

É recomendado também que o paciente use óculos escuros, por aproximadamente 30 dias.

A exposição direta ao sol pode interferir e prejudicar a cicatrização.

Para que você alcance seus objetivos com esta cirurgia procure uma clínica de cirurgia plástica com profissionais que possuam qualificação adequada em, preferencialmente que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Com certeza estes cuidados farão que sua escolha seja segura e de confiança, ocasionado um procedimento de acordo com suas expectativas.

Entenda como funciona a técnica de fertilização in vitro

fertilização in vitroCom a evolução social que acontece naturalmente graças a velocidade das informações e os diálogos propostos através da internet, as pessoas se tornam mais abertas e é cada vez mais fácil conversar sobre fertilização in vitro.

E a consequência direta disso, é a naturalidade da introdução ao assunto, fator importante sobretudo para quem está começando a pensar sobre o tratamento.

Conhecendo os detalhes do procedimento e entendendo como funciona cada fase, fica mais fácil ainda compreender o potencial da fertilização in vitro para casais que desejam realizar o sonho de formar uma família, e para ajudar nesse processo, explicamos a seguir, cada uma das etapas da fertilização in vitro de maneira objetiva e simplificada.

Mas par isso, entenda o procedimento como um facilitador da fecundação e veja que é possível dividir o tratamento de fertilização in vitro em quatro etapas principais. São elas:

  • Estimulação ovariana

Na ovulação natural, o corpo feminino libera somente um óvulo. Por isso, há a necessidade da estimulação ovariana para aumentar as chances de sucesso da fertilização. Essa primeira etapa consiste na utilização de remédios que estimulam um aumento significativo da produção de óvulos.

  • Aspiração dos óvulos

Após a produção de óvulos, e acompanhado pelo equipamento de ultrassonografia, o profissional pode realizar a captação desses óvulos para de continuidade ao procedimento. Após a anestesia, os óvulos são coletados cuidadosamente com um aspirador específico.

  • Fertilização

Os óvulos colhidos são fertilizados sob o microscópio. O que facilita e muito a fertilização é que a ajuda que a ciência dá nesse período. Nessa fase os espermatozoides podem ser injetados diretamente dentro de cada um desses óvulos o que aumenta as chances de sucesso do embrião.

Os óvulos fecundados, são monitorados por alguns dias para que a equipe possa verificar o seu desenvolvimento. Os que apresentarem melhores resultados são escolhidos para o procedimento, e a os restantes são armazenados em condições ideais, para que possam ser usados pelo casal no futuro, se assim desejarem.

  • Transferência embrionária

Também com o auxílio de ultrassonografia, e de um cateter, o profissional injeta os embriões dentro do útero e recomenda um repouso imediato ao procedimento. Esse repouso é de alguns minutos, no qual a paciente deve manter a postura recomendada pelo profissional.

O período pré fertilização in vitro

Mas antes de dar início ao tratamento de fertilização propriamente dito, são realizados exames minuciosos para saber detalhes sobre o quadro geral da paciente, bem como a natureza da sua dificuldade de engravidar. Afinal de contas, existem diversos tipos de procedimentos de fertilização, e para que o sonho de ter um filho seja realizado, é preciso saber exatamente qual desses procedimentos é o mais indicado em cada caso.

Discutir sobre fertilização in vitro e buscar informações, diretamente de quem entende do assunto, é essencial. Portanto, não tenha receio de procurar um profissional o quanto antes. O tempo também pode ser um importante fator para o resultado desse procedimento, e o médico precisará dele, para ajudar a tentante a se preparar para os procedimentos.

Afinal de contas, a fertilização in vitro exige preparo, as vezes o uso de hormônios, e muitos cuidados necessários para garantir também a saúde emocional da tentante.

Mastopexia ajuda a remodelar a mama e reposicionar a aréola

MastopexiaDevido ao envelhecimento ou a própria tendência genética, é comum mulheres se depararem com seios flácidos ou caídos. Outros fatores como sedentarismo, mudanças constantes de peso e tabagismo podem acentuar ainda mais a queda dos seios. A mastopexia é um procedimento cirúrgico que consiste em remodelar a mama e a reposicionar a aréola, elevando os seis até sua posição original, garantindo a assimetria entre eles.

Em geral, a mastopexia é indicada para mulheres que apresentam flacidez e caimento das mamas em decorrência da função do envelhecimento, amamentação ou oscilações de peso corporal.

Lifting de mama e mamoplastia são sinônimos de mastopexia. Vejamos alguns detalhes importantes sobre esta cirurgia plástica. Fique atento!

Mastopexia: o que você precisa saber

Fatores hormonais, amamentação, gravidez, hereditariedade e variações de peso aceleram ao enfraquecimento da pele pela perda do colágeno, o que acaba levando a flacidez da pele e junto com a gravidade, faz com que as mamas acabem caindo e perdendo a simetria. Além disso, a aréola acaba se posicionando abaixo do ponto médio do braço e/ou abaixo do sulco mamário, com seio pequeno ou não.

A mastopexia é um procedimento que reposiciona a aréola em uma posição mais alta e remodela o tecido mamário, conferindo um formato mais agradável e harmônico. A cirurgia também pode utilizar uma prótese de silicone, a fim de dar mais volume e preencher a parte superior da mama (colo).

Quais as indicações para quem deseja fazer a mastopexia

mamoplastia é indicada para mulheres que desejam elevar a autoestima e melhorar os contornos dos seios. Em geral, recomenda-se que pacientes estejam:

  • fisicamente saudáveis e mantenham um peso corporal estável;
  • evitem o tabagismo;
  • evitem bebidas alcoólicas.

O sucesso e a segurança durante todas as etapas do procedimento de lifting de mama dependem muito da qualidade de vida da mulher. O médico-cirurgião plástico levará em consideração durante a consulta fatores sobre o estilo de vida, exames de saúde periódicos e outros requisitos que qualifiquem a necessidade de realização da cirurgia.

Mamoplastia versus mastopexia

Enquanto a mamoplastia tem como objetivo reduzir o tamanho e o volume das mamas, a mastopexia visa elevar e aumentar a posição da projeção mamária. Desta forma, seios grandes, caídos e pesados, que geram dores e desconforto, estão propensos à mamoplastia redutora. Já seiso flácidos e caídos são candidatos à mastopexia, uma vez que são retirados o excesso de pele e reposicionado os tecidos, associada ou não à inclusão de silicone.

Cortesia da Thaís Lima, da WSI

Toxoplasmose: o gato não é o vilão! Saiba mais

A toxoplasmose, mais popularmente conhecida como Doença do Gato, é uma infecção causada pelo protozoário Toxoplasma gondii. O seu nome popular é devido ao fato dos felinos, incluindo nosso amigo, o gato doméstico, serem os hospedeiros definitivos do T. gondii.

toxoplasmose, a Doença do Gato

O T. gondii é abrangente na natureza, especialmente em regiões com clima temperado e tropical [como na maior parte do Brasil]. Apesar dos felinos serem os hospedeiros do parasita, ele pode infectar aves, roedores e outros mamíferos maiores, como bovinos, suínos, caprinos e ovinos, além de nós, seres humanos.

Mas, fique calmo. A toxoplasmose não é transmissível entre dois seres humanos, somente no caso congênito (de mãe para feto). Além do mais, alguns cuidados na hora de lavar frutas e outras hortaliças, no cozimento das carnes e no trato com os gatos domésticos já podem te prevenir desta doença.

A seguir, entenda melhor como ocorre a toxoplasmose, os sintomas e como se prevenir.

Como a toxoplasmose é transmitida?

Você deve estar se perguntando como os gatos domésticos podem nos transmitir a toxoplasmose? E, qual o risco de ter este animal em casa? Na verdade, o parasita se esconde nas fezes do animal em pequenos cistos. São estes cistos que, em contato com a nossa pele, podem nos infectar.

Mas os gatos não são os únicos responsáveis por esta doença, você também pode se contaminar com:

  • Carnes malpassadas (bovina, suína, caprina ou ovina);
  • Frutas, verduras e legumes mal lavados;
  • Utensílios de cozinha mal higienizados;
  • Águas contaminadas (fezes de animais infectados);
  • Transfusão de sangue ou transplante de órgãos (casos mais raros);
  • Infecção congênita (mãe para feto).

Então, não pense em expulsar seu gatinho de casa, faça o acompanhamento constante com o médico veterinário, dê todas as vacinas e, ao limpar a caixinha de areia use luvas.

Como a doença se manifesta? Sintomas

A toxoplasmose é uma doença praticamente assintomática, muitas vezes passando despercebida. Pessoas saudáveis e com o sistema imunológico funcionando corretamente podem carregar o parasita por toda a vida, sem que ele jamais se manifeste.

E quando ocorrem sintomas, eles são muito parecidos com uma infecção viral comum, como é o caso de uma gripe. Com dores no corpo e na cabeça, cansaço muscular, febre, dor de garganta, etc.

Porém, existem casos especiais, em que fatores de risco potencializam a ação do parasita, podendo levar a complicações clínicas graves. As pessoas que se encaixam neste perfil são:

  • Portadores do vírus da AIDS/HIV;
  • Pacientes submetidos a tratamento quimioterápico;
  • Pacientes ingerindo drogas esteroidais e imunossupressoras (ex. após um transplante de órgãos);
  • Mulheres grávidas.

Nos casos acima, a infecção pode se espalhar pelos olhos, ouvidos, fígado, pulmões e, até mesmo, para o coração e o cérebro.

Os sintomas específicos que este grupo de risco pode apresentar vão desde manchas e vermelhidão na pele, confusão mental, problemas de audição e dificuldades para enxergar. Podendo chegar a convulsões, aumento do fígado e baço, tuberculose, pneumonia, encefalite, lesões permanentes da retina e cegueira. Somente em quadros muito graves o paciente chega a óbito.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é feito através de exame de sangue [sorologia]. O médico irá verificar se o paciente possui anticorpos para o T. gondii na corrente sanguínea.

E você não precisa se desesperar caso carregue o parasita, como já foi dito, isso não quer dizer que ele vá se manifestar. E outra, a maior parte das pessoas saudáveis podem combater a infecção viral “sozinhas”, através da ação do sistema imunológico.

Para as pessoas que fazem parte do grupo de risco, o tratamento é feito com o uso de antibióticos específicos que lutam contra a infecção. E, é de extrema importância o acompanhamento médico durante todo o tratamento.

Estou grávida, e agora? A toxoplasmose congênita

toxoplasmose, a Doença do GatoA toxoplasmose congênita é bastante preocupante, pois a mãe infectada pelo parasita pode passar a doença para o bebê através da placenta. O momento da infecção também um fator determinante.

Durante os primeiros 3 meses, há menores chances de transmissão, porém aumentam os danos à criança – possibilidade de encefalites e avarias permanentes na visão. Outra preocupação é que, neste período a mãe tem maiores chances de sofrer um aborto espontâneo.

Após o primeiro trimestre, a probabilidade de transmissão aumenta, porém, as lesões sofridas pelo feto serão menores.

Além disso, normalmente a doença não manifesta sintomas logo que o bebê nasce. E, se não diagnosticada e tratada corretamente, resultará em sequelas severas como retardo mental, problemas neurológicos, auditivos, visuais, renais e hepáticos.

Dessa forma, é imprescindível que você procure um médico antes de decidir engravidar, a sorologia para toxoplasmose é um dos exames que com certeza será requisitado. Se o resultado do exame da futura mamãe for positivo, ou seja, ela já teve a doença e se curou completamente, então não há com o que se preocupar.

E se o resultado for negativo? Se você nunca teve contato com o parasita é necessário redobrar os cuidados: lavar muito bem os alimentos, não ingerir carnes malpassadas, beber somente água filtrada ou fervida e higienizar bem as mãos e os utensílios de cozinha. Se você tiver um gatinho, lembre-se de levá-lo ao veterinário para saber se ele possui toxoplasmose e, sempre limpe a caixa de areia com o uso de luvas.

Por fim, é preciso reforçar que ninguém precisa se desfazer dos seus gatos por conta da toxoplasmose. Eles não são os vilões da história, como você pode ter percebido. Gostou do artigo? Curta e compartilhe. Quer dividir suas experiências com outros leitores? Deixe um comentário.

Anticoncepcionais: Usar ou Não usar essas Pílulas? Eis a questão

Você sabia que as pílulas anticoncepcionais foram desenvolvidas em meados dos anos 1960? E que, a princípio, somente as mulheres casadas tinham acesso a este método contraceptivo. Somente na década de 1970 é que a mulheres solteiras puderam começar a ingerir pílulas anticoncepcionais. Isso deu início a uma verdadeira revolução na liberdade sexual feminina. Com maior domínio sobre o próprio corpo as mulheres começaram a mudar seu comportamento trabalhando mais fora de casa, optando por terem filhos mais tarde, etc.

É fato que o advento das pílulas anticoncepcionais trouxe maior liberdade e independência às mulheres. Mas… quais os perigos que podem ser trazidos pelo uso indiscriminado de anticoncepcionais?

Alguns dos efeitos colaterais do uso desse medicamento, como ganho de peso, acnes e até mesmo tromboses serão discutidos a seguir.

Perigos trazidos pelo uso indiscriminado de anticoncepcionais

Mulher em dúvida sobre pílulas AnticoncepcionaisEm primeiro lugar, pílulas anticoncepcionais são medicamentos, assim, antes de iniciar seu uso um médico deve ser consultado! Além disso, por conterem diferentes doses hormonais, o seu ginecologista te auxiliará na escolha da melhor marca. Não comece a usar a mesma marca da sua mãe ou da sua melhor amiga, os efeitos colaterais podem se acentuar com a escolha do medicamento errado.

Alguns dos efeitos colaterais do uso de anticoncepcionais são amplamente conhecidos. Para mulheres acima dos 40 anos, o uso da pílula combinado com o tabagismo pode causar sérios problemas à saúde. Já antes dessa idade, mesmo mulheres fumantes podem tomar pílulas sem efeitos colaterais.

Vejamos, então, uma lista com 5 efeitos colaterais comuns ao uso indiscriminado das pílulas anticoncepcionais.

5 efeitos colaterais comuns ao uso indiscriminado das pílulas anticoncepcionais

Dores de cabeça: esse sintoma é causado pelas flutuações hormonais devido a ingestão das pílulas. Algumas mulheres reclamam de dores de cabeças, principalmente na pausa do remédio, quando deve chegar a menstruação. Caso você apresente dores fortes por mais de 3 meses. Ou caso isso te atrapalhe a realizar suas tarefas do dia-a-dia. Não deixe de procurar um médico.

Aumento de peso: outro efeito colateral comum é o aumento de peso graças a maior retenção de líquidos causada pelos anticoncepcionais. Ou, até mesmo devido às alterações hormonais que levam ao aumento do apetite. Saiba que atualmente já existem pílulas com componentes que impedem o acumulo de líquidos.

Acnes: na realidade, o uso de anticoncepcionais deve causar a diminuição das espinhas. Porém, em algumas pessoas pode acontecer justamente o contrário. Se você observar o surgimento/aumento de acnes após iniciar o uso de alguma marca específica, converse com o seu ginecologista.

Fluxo menstrual alterado: com o uso prolongado das pílulas é comum acontecer a diminuição do fluxo, mas tome cuidado! Algumas mulheres chegam a parar de menstruar. Existem os anticoncepcionais que interrompem a menstruação propositalmente. Mas o que ocorre é, que na maioria dos remédios a menstruação deve vir regularmente. Outra modificação do ciclo menstrual são os sangramentos de escape. Novamente, 3 meses é um período de experiência adequado, se passar disso vá ao ginecologista.

Alterações de humor e diminuição da libido: isso também ocorre devido ao uso prolongado da pílula. No primeiro caso das alterações de humor, o motivo são os altos níveis de hormônios sexuais femininos na circulação que podem inibir a produção de serotonina (hormônio associado ao bom-humor). Assim como os hormônios circulantes afetam a produção de serotonina, eles também atrapalham a produção de testosterona (sim, as mulheres também a produzem), diminuindo a libido. Se isso ocorrer você pode procurar um método anticoncepcional alternativo e dar uma pausa nas pílulas.

Trombose

Agora você deve estar se perguntando quanto aos problemas mais graves, como a trombose? Você verá agora como o uso indiscriminado das pílulas anticoncepcionais pode levar a este problema de saúde.

A trombose nada mais é do que um coágulo (ou trombo) que invade a corrente sanguínea e tem o potencial de bloquear o fluxo de sangue em veias e artérias. Ela pode ser venosa, geralmente aparecendo nos membros inferiores; ou arterial.

O maior problema é que esse coágulo pode se instalar em órgãos importantes como o cérebro, coração e pulmão (embolia pulmonar), e, neste caso as complicações atingem proporções bem maiores.

E porque os anticoncepcionais podem causar trombose? É preciso esclarecer que a trombose não é causada somente pelos anticoncepcionais, obesidade, tabagismo (principalmente após os 40 anos de idade), diabetes, sedentarismo e pré-disposição genética são as principais causas. Porém, o que acontece é que, não somente a pílula, mas quaisquer anticoncepcionais que liberem hormônios no organismo (estrógeno e progesterona) afetam a coagulação do sangue.

 pílulas Anticoncepcionais

Então, eu devo ou não usar?

SIM os anticoncepcionais potencializam a chance de se desenvolver trombos, mas principalmente em mulheres que apresentem os fatores já citados (obesidade, tabagismo, fatores genéticos, etc.). Por isso é tão importante o acompanhamento médico antes de escolher o anticoncepcional a ser usado, além de cada pessoa possuir um organismo diferente, existem exames que podem evitar problemas mais graves como as tromboses.

Por fim, é importante ressaltar que há efeitos positivos em se utilizar anticoncepcionais:

Adicionalmente ao fato de evitar uma gravidez indesejada, as pílulas:

  • regulam o ciclo menstrual,
  • reduzem o risco de câncer de mama e ovário,
  • diminuem a intensidade das cólicas (ou mesmo evitam essas dores),
  • diminuem a TPM (tensão pré-menstrual) – para alegria da população masculina.

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Você tem alguma história para contar aos outros leitores sobre o uso de anticoncepcionais? Deixe seu comentário!

E não se esqueça, divulgue para todas as suas amigas.

Os 8 superalimentos ricos em vitaminas que você precisa conhecer

Uma alimentação completa depende da quantidade de vitaminas ingeridas ao longo da alimentação. Conhecer os benefícios de cada vitamina ao organismo e os alimentos que podem conter cada nutriente é importante para ter uma alimentação saudável.

A principal função das vitaminas é garantir o bom funcionamento do organismo e potencializar seu desenvolvimento e recuperação.

Antes de tudo é necessário que entenda para quê serve cada tipo e depois conhecer os alimentos que possuem as vitaminas.

Conheça as vitaminas e seus benefícios.

Vitamina A

Age diretamente na pele, nos olhos, nas mucosas e pode aumentar a resistência do corpo em relação às infecções.

Ainda pode fortalecer as unhas, os dentes e os cabelos.

É potente para a prevenção de doenças respiratórias.

Vitamina B

Importante para metabolizar as gorduras, proteínas, carboidratos, glicose e aminoácidos.

Toda a metabolização tem ação antioxidante e contribui para o envio de mensagens entre os nervos.

A vitamina b ainda ajuda a produzir glóbulos vermelhos, aqueles que são importantes para a saúde das unhas, cabelos e pele.

Para gestantes, é importante saber que ela contribui para a formação dos bebês.

Vitamina C

Necessária para que o organismo consiga absorver ferro, que age na manutenção dos tecidos e vasos sanguíneos.

Tem a função de melhorar a resistência contra infecções e ainda pode ajudar no processo de cicatrização.

E ainda é importante para contribuir com o crescimento adequado dos ossos, colabora na produção de colágeno e diminui significativamente componentes que trazer alergia.

Vitamina D

É eficaz na prevenção da osteoporose, ideal para crianças, gestantes e mulheres que ainda estejam amamentando.

Ainda é importe para fixar o cálcio e fósforos nos ossos e dentes.

Vitamina E

É antioxidante e muito benéfica para a fertilidade, é necessária para o metabolismo muscular e ainda retarda o envelhecimento.

Diminui a fadiga muscular e pode prevenir abortos espontâneos.

Vitamina K

Atua com a prevenção da osteoporose, ajuda a coagulação do sangue, evita o endurecimento das artérias e ainda melhora a sensibilidade à insulina.

Depois de entender bem cada tipo de vitamina, agora apresentaremos os alimentos mais ricos em vitaminas. Veja!

Couve

Ela é rica em vitaminas, considerada até um “superalimento”.

Possui as vitaminas A, vitaminas B6, vitamina C e K, além de ser rica em ferro e cálcio.

Abacate

Uma fruta rica em gorduras saudáveis e ainda possui as vitaminas A, B, C, D, E e K.

Beterraba

Fornece vitamina C e também possui a vitamina A, B1 e B2, vitamina B5, potássio, fósforo, zinco, manganês e ferro.

Cenoura

Muito rica em vitamina C, B, vitamina A e ainda fósforo, potássio e magnésio podemos encontrar na cenoura.

Kiwi

A fruta mais conhecida por fornecer vitamina C é a laranja, mas o kiwi tem mais vitamina C do que ela.

O kiwi ainda fornece a vitamina A, B6, B9, cálcio, magnésio, ferro e fibras.

Laranja

Popularmente conhecida por fornecer vitamina C, mas ela ainda tem outras vitaminas como a B6, A e E. Ainda tem minerais como cálcio, ferro, potássio, magnésio, manganês e zinco.

Ervilhas

Embora pareça um alimento que só serve para acompanhamentos ou ingredientes de receitas e por isso não deve ser grande fonte de vitaminas. Engano!

Ela fornece a vitamina A, vitamina C, vitamina K, elas ainda são ricas em proteínas, fósforos, magnésio, potássio, cobre e fibras.

Lentilha

A ervilha fornece proteínas e é uma grande fonte de antioxidantes. Possui as vitaminas A, B6, C, os minerais: cálcio, ferro e potássio.

Mas como cozinhar e manter os nutrientes e as vitaminas dos alimentos?

superalimentos ricos em vitaminas

Sabemos que muitos alimentos podem fornecer vitaminas  e componentes essenciais para uma alimentação equilibrada, mas muita gente tem dificuldade no momento do preparo e consumo.

É fato que muitas vezes o armazenamento e a forma de preparo podem fazer o alimento perder ricas vitaminas, Por isso é importante saber a forma correta para manter todos os nutrientes do alimento.

Para conseguir aproveitar bem todas as vitaminas e outros nutrientes dos alimentos que for cozinhar, é necessário que preste atenção principalmente ao modo de preparo. Para que não perca nada do alimento é só:

  • Cozinhar sempre no vapor
  • Procurar não fatiar muito, se for possível.
  • Cozinhar com a casca também é uma dica que dá certo para manter todos os elementos importantes do alimento.
  • Evitar cozinhar por muito tempo.
  • Procure utilizar pouca água para o cozimento, dessa forma as vitaminas ficarão mais concentradas no alimento.
  • Evite armazenar os alimentos por muito tempo na geladeira, a refrigeração faz perder muitos nutrientes importantes de frutas e vegetais.
  • Nunca reutilize a água do cozimento de um alimento para cozinhar outro, pois a água acaba retendo as vitaminas e assim passando para outro prato.

Agora que conheceu as vitaminas e suas funções no organismo e os alimentos que são ricos em vitaminas e nutrientes é só acrescentar aos poucos os alimentos ao seu cardápio e assim passar a ter uma vida mais saudável.

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Como combater a Obesidade Infantil?

A obesidade se tornou uma epidemia no mundo todo, são atualmente cerca de 2,2 bilhões de pessoas com excesso de peso, sendo que deste número, mais 50 milhões referem-se à obesidade infantil.

Os dados são alarmantes e aqui no Brasil a situação não tem sido diferente, segundo dados do Ministério da Saúde, entre as crianças de 5 a 09 anos – 33,5% têm excesso de peso e, entre os adolescentes (entre 12 e 17 anos) – 33,5% têm sobrepeso e 8,4% estão obesos.

Compreendendo a Obesidade Infantil

obesidade infantilPrimeiramente, é preciso entender que a obesidade infantil é uma doença crônica – e não somente um problema estético – que pode acarretar em diversas outras doenças como doenças cardiovasculares, renais, gastrointestinais, além de ser grande influenciadora em distúrbios psicológicos e distúrbios alimentares.

Apesar de haver muita discussão sobre o tema, ainda não é possível precisar a causa da obesidade, seja ela infantil ou na fase adulta, visto que a doença pode vir a ocorrer por meio dos mais variados fatores, como por exemplo: má-nutrição, genética, disfunções hormonais ou até mesmo problemas emocionais.

No caso da obesidade infantil, as pesquisas apontam que os fatores genéticos interferem diretamente, sendo que quando pai e mãe são obesos há uma probabilidade de 80% de o filho ser obeso também. Já quando apenas um dois sofre com o problema, a probabilidade diminui para 50% e no caso de ambos estarem dentro do peso normal, esta probabilidade diminui para menos de 10%.

No caso do Brasil, podemos elencar também como um fator de relevância, a questão da mudança de hábitos alimentares que sofremos nos últimos 20 anos, no qual houve um aumento da renda per-capita e, em consequência aumentou a aquisição de alimentos prontos e processados, incluindo refrigerantes, bolos, os panificados, pratos congelados e carnes processadas.

Outro fator é a questão da estrutura familiar, onde houve uma mudança na rotina diária. Fato esse, que se deve, entre outras coisa,  a ida  das mulheres para o mercado de trabalho,o que interferiu diretamente na questão das regras e horários à mesa.

Causas da obesidade infantil

Quais os principais fatores causadores da Obesidade Infantil e como podemos combate-los?

Conforme dito, as causas de uma criança ter obesidade podem ser as mais variadas. Assim,  veremos alguns fatores que podem contribuir diretamente no desenvolvimento da doença e como podemos combate-los, são eles:

  1. Ingestão de alimentos gordurosos: não é só uma questão de quantidade, mas a qualidade dos alimentos ingeridos. Excessos de fast-food e outros alimentos gordurosos contribuem diretamente com a obesidade infantil e precisam ser substituídos. A alimentação saudável precisa fazer parte da rotina da criança, com a inserção de frutas e verduras dentro do dia-a-dia.  É importante também, que os pais sejam exemplos neste quesito, não adianta pedir para criança comer salada se os pais estão comendo lanche.
  2. Falta de atividades físicas: vivemos na era dos computadores, celulares e videogames, que tem transformado nossos jovens em pessoas sedentárias. Sabemos o quanto é difícil dosar o uso desses aparelhos, mas é importante inserir outras atividades para a criança, atualmente, existe uma variedade enorme de atividades que podem ser feitas por jovens, desde lutas, dança e esportes – alguma delas vai cair no gosto da criança. Outra boa dica é trocar o passeio de domingo no shopping, por atividades ao ar livre ou com maior movimentação, como um parque, por exemplo.
  3. Ansiedade: a ansiedade é um problema na vida da maioria das pessoas, mas  é  ainda mais presente nos adolescentes, já que é uma fase de mudança e descontrole hormonal e, pode fazer com que o  jovem desconte tudo na hora de comer. Neste sentido, a prática de atividades sempre é  bem  vinda, pois a mesma alivia essa tensão existente, além de ser um ótimo meio de promover a interação social, o que é excelente nesta idade e contribui para a diminuição da obesidade infantil.

Você já ouviu falar sobre a Herpes Zoster, Cobreiro ou Zona? Saiba mais aqui!

Para aqueles que nunca ouviram falar nesta doença, o primeiro ponto a ser esclarecido é que a Herpes Zoster e a Herpes labial e genital só têm em comum o nome! Cada uma é causada por um vírus diferente.

A herpes zoster, também conhecida como Cobreiro ou Zona, é uma infecção causada pelo vírus Varicella zoster, o mesmo originador da catapora. Segundo o Jornal da Universidade de São Paulo (USP), este vírus está presente em 95% da população!

Levantamentos feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) demonstram que, em média, 10 mil pessoas são internadas em virtude de complicações virais causadas pelo V. zoster todos os anos.

Os dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos são ainda mais preocupantes, 1 a cada 3 pessoas desenvolverá herpes zoster em algum momento da vida.

Mas… como a herpes zoster se manifesta?

herpes zosterO que ocorre é o seguinte: Após a catapora se manifestar o danado do V. zoster pode ficar “escondido” nos gânglios nervosos [nervos], geralmente na região da coluna e na face. Então, por uma queda na imunidade, o vírus que estava em adormecido, pode acordar e começar a agir.

Ao se manifestar, o vírus faz um passeio das vias nervosas até a pele, acompanhando o sentido do nervo, e causando erupções [bolhas] por onde passa.

A herpes zoster pode aparecer em qualquer parte do corpo, comumente se revelando na lateral do tronco (das costas para o peito) e na face (em volta do olho) e, apenas em um dos lados do corpo (esquerdo ou direito).

As pessoas mais suscetíveis a esta enfermidade são aquelas com o sistema imunológico mais fragilizado: maiores de 60 anos, pacientes com AIDS/HIV ou lúpus, em tratamento quimioterápico ou que fazem uso de corticoides.

Sintomas da herpes zoster

O principal sintoma são as bolhas que aparecem pelo corpo provocando dor e coceira. Porém, a herpes zoster apresenta três fases, com diferentes sintomas cada uma:

1. Incubação

Antes mesmo do aparecimento das bolhas na pele, alguns sintomas podem acometer os afetados pela doença, podendo ou não permanecer durante a fase ativa:

  • Dor, formigamento e ardor (queimação) na região próxima aos nervos afetados. Provavelmente é nesta região que surgirão as bolhas.
  • Calafrios, acompanhados ou não de febre.
  • Distúrbios gastrointestinais (dores no estômago e diarreia).

Usualmente as bolhas despontam depois de 2-4 dias destes sintomas.

2. Fase ativa

As bolhas surgem incialmente preenchidas por um liquido claro, evoluindo para um fluído mais turvo e avermelhado (pústula) depois de 3-4 dias. Em alguns indivíduos as erupções são praticamente imperceptíveis, mesmo assim podendo ser acompanhadas dos sintomas da fase de incubação.

A dor causada pelas bolhas na pele é bastante aguda e debilitante, descrita por muitas pessoas como “agulhas penetrantes” furando constantemente o corpo. Segundo pesquisadores do Centro de Pesquisas em Doenças Inflamatórias da USP (Crid), essa dor extrema acomete 96% dos pacientes, chegando a atrapalhar tarefas diárias, como tomar banho ou se vestir.

Herpes zoster oftálmico

Quando ocorre no rosto, a maior preocupação é em relação aos olhos (herpes zoster oftálmico). Em alguns casos a doença pode atingir o nervo ótico e levar a cegueira. Nestes casos o acompanhamento médico é feito em conjunto com um oftalmologista.

Conforme as erupções vão regredindo, uma crosta (casca) é formada em seu lugar. Sua duração é de aproximadamente 5 dias. Sendo que, a fase ativa pode durar de 2-4 semanas, gerando ou não cicatrizes.

3. Fase crônica

A fase crônica também chamada de Neuralgia pós-herpética, é uma das complicações mais comuns do herpes zoster. Ela é caracterizada por dores intensas, sensação de ardor e ultra sensibilidade ao toque no local onde ocorreram as feridas.

De acordo com o Crid/USP, cerda de 40% dos pacientes manifestam dores crônicas que podem durar de um a poucos meses, até anos após o término da fase ativa. Indivíduos com mais de 60 anos são os mais suscetíveis ao aparecimento das dores crônicas. Essas dores, muitas vezes, impedem as atividades cotidianas (comer, dormir, vestir-se), podendo levar o paciente a quadros de depressão.

Outras complicações que podem ser desencadeadas pelo herpes zoster incluem:

  • Infecções secundárias na pele, pois as bolhas acabam funcionando como uma porta de entrada para outras bactérias.
  • Complicações auditivas, quando a infecção atinge o ouvido. Em casos gravíssimos pode levar a perda de audição.
  • Diferentes problemas neurológicos, bem como, encefalite pós-herpética, meningite, mielite transversa, acidente vascular encefálico, dentre outros.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é bastante simples e se baseia na avaliação das erupções da pele e sintomas do paciente. Em alguns casos podem ser feitas biópsias das lesões para que aja confirmação da doença.

Quais os tratamentos da herpes zoster?

Basicamente o tratamento é feito à base de antivirais (Aciclovir, Betametasona, Prednisona, etc.) e analgésicos para os episódios de dor. Além disso, alguns outros cuidados devem ser tomados na fase ativa a fim de aliviar o incomodo causado pelas bolhas:

  • Tomar banhos frios ou bem frescos.
  • Lavar a região afetada com sabão neutro e sem esfregar, secando bem após a lavagem.
  • Usar roupas largas e confortáveis, permitindo a circulação de ar nas feridas.
  • Podem ser feitas compressas com camomila para aliviar a coceira, mas seque bem ao terminar.
  • Não aplique medicamentos tópicos [pomadas] sobre as feridas.

Para os pacientes com dores crônicas, o Crid/USP vem estudando a possibilidade de trata-los com bloqueadores de uma molécula específica relacionada à inflamação, o fator de necrose tumoral (TNF). Já existem registros de indivíduos que passaram pela terapia com bloqueadores do TNF e se tornaram menos vulneráveis à neuralgia pós-herpética.

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