Alimentação saudável durante a gravidez: 4 dicas de ouro!

Com certeza você já escutou aquela famosa frase “Durante a gravidez você deve comer por dois”. Ou ainda, “Aproveita que está gravida menina! É o período que você pode engordar à vontade”. Mas acontece que não é bem assim, uma alimentação saudável durante a gravidez é essencial para tanto para o desenvolvimento do bebê, quanto para o corpo da mamãe.

A premissa que você pode engordar ou comer desenfreadamente já caiu por terra faz algum tempo. Ganhar muito peso durante a gravidez pode acarretar em problemas de pressão alta para mamãe e, consequentemente prejudicar o bebê em formação.

dicas de alimentação saudável durante a gravidezMas, como saber o que se pode ou não comer? Depois da popularização da internet, além das amigas/mãe/tias/vizinhas (e por aí vai…) palpitarem na sua alimentação, é possível encontrar informações controversas de como manter a alimentação saudável neste período.

A dica mais importante é o acompanhamento médico gestacional! Como o organismo de cada mamãe é diferente, só um profissional capacitado poderá realmente dizer o que é melhor para você no quesito de suplementações, vitaminas, etc. Adicionalmente a isso, o acompanhamento médico é imprescindível para assegurar o correto desenvolvimento do bebê.

Somando-se às orientações médicas, seguem aqui 4 dicas valiosas que te ajudarão a manter uma alimentação saudável na gravidez.

Dicas de alimentação saudável durante a gravidez

#DICA 1: Comece antes mesmo de engravidar

Fazer pequenas mudanças na sua alimentação é importante antes mesmo de você engravidar. A alimentação adequada e balanceada irá colaborar para que seu corpo esteja preparado para receber o bebê. Coma mais vegetais verde-escuros (em virtude do ácido fólico) e alimentos ricos em ferro, como carnes vermelhas, feijão, soja, aveia, etc.

#DICA 2: Nem todas as fases da gestação são iguais

Uma nutrição balanceada, com proteínas, carboidratos e gorduras é essencial ao longo da gravidez. Porém, conforme o bebê vai se desenvolvendo, alguns elementos tornam-se mais importantes na dieta. Assim, entender um pouco o que acontece com seu corpo em cada trimestre da gestação é fundamental.

  • 1º trimestre: esta é a fase do FERRO e ÁCIDO FÓLICO, devido ao aumento do sangue circulante no corpo da gestante. Beba bastante líquidos. É também nesta fase que as mulheres costumam sentir os enjoos característicos da gestação. Portanto evite ficar muito tempo de estômago vazio, coma carboidratos leves (massas leves, arroz, bolachas de água e sal) a cada 2 ou 3 horas e tome água saborizada com gotinhas de limão (ajudam com os enjoos).
  • 2º trimestre: esta é a fase da VARIEDADE de nutrientes e também quando você deve focar em FERRO e CÁLCIO. O que acontece é que no 2º trimestre a mamãe sente mais prazer em comer, as papilas gustativas estão a mil e os desconfortos dos enjoos iniciais já passaram. Coma bastante fibras e alimentos com cálcio, ferro, vitamina B6 e potássio. Invista na variedade e nos alimentos em sua forma natural, como frutas, verduras e legumes. Ademais, esta é a fase dos desejos, evite exageros e siga a dica #3.
  • 3º trimestre: FIBRAS, CÁLCIO, FERRO e VITAMINA C. Por ser o período em que o bebê cresce mais, a mamãe vai sentir muita fome. São recomendadas pequenas refeições ao longo do dia. As fibras são importantes para manter um bom funcionamento do intestino, já que nessa fase constipações e hemorroidas são comuns. O cálcio e o ferro ajudarão no crescimento do bebê e, a vitamina C maximiza a absorção do ferro. Beba bastante líquidos, a hidratação é outro ponto essencial para uma gravidez saudável.

#DICA 3: Alimentos que você deve evitar na gravidez

De maneira geral, não é indicada a ingestão de carnes cruas ou malpassadas. Até mesmo a comida japonesa, que culturalmente é ingerida crua. Ovos crus, ou alimentos preparados com eles, como gemadas, mousses, maionese caseira, também não são recomendados.

O excesso de sódio é prejudicial, mas essa dica você deve carregar para vida, evite exageros no que concerne à molhos a base de soja, sal, alimentos industrializados, etc. Durante a gestação, assim como o excesso de peso, a alta quantidade de sódio também pode levar ao aumento da pressão da mamãe.

Você deve riscar as bebidas alcoólicas do seu cardápio. Assim como as bebidas/alimentos à base de cafeína, pois estes podem agitar o bebê e atrapalhar o sono da mamãe. Para àquelas que veneram um cafezinho, muita calma, você não precisa abandoná-lo de vez, mas preconize tomar somente 1 ou 2 xícaras por dia.

Por fim, evite comer alimentos muito gordurosos. E só consuma os lights ou diets se forem recomendados pelo seu médico.

#DICA 4: Alimentos que você deve incluir no cardápio

alimentação saudável durante a gravidezAgora você já sabe que nem todas as fases da gestação são iguais e quais alimentos você deve evitar. Mas, de maneira prática, segue uma listinha de alimentos que você deve incluir no cardápio para uma alimentação saudável durante a gravidez:

  • Feijão: fonte de proteínas, ferro, cálcio, vitaminas do complexo B, zinco, carboidratos e fibras. Se for o caso, você pode substituí-lo por lentilha ou grão-de-bico.
  • Cereais e alimentos integrais: esses alimentos são ricos em fibras e causam excelente sensação de saciedade.
  • Castanha-do-pará: essa oleaginosa carrega o precioso ômega 3. Este elemento está associado a formação do cérebro do bebê. Tente consumir 3 ou 4 ao longo do dia. Nozes, amêndoas e castanhas-de-caju igualmente podem ser consumidas (sempre sem sal).
  • Couve manteiga: a couve é riquíssima em ferro, cálcio, vitaminas C e E, betacaroteno, potássio e ácido fólico.
  • Iogurtes: além de deliciosos, os iogurtes trazem consigo cálcio e proteínas. Outra vantagem deste alimento é que ele auxilia no fluxo intestinal.
  • Laranja: consumida em sucos ou in natura, a laranja traz a vitamina C em abundância, favorecendo a absorção do ferro. Complementarmente, esta fruta colabora com a hidratação e o correto funcionamento do intestino.

Além destas 4 dicas valiosas de alimentação saudável durante a gravidez, evitar estresses, praticar exercícios leves e ter boas noites de sono irão contribuir para que você tenha uma gestação tranquila. Cuide de seu corpo e sua mente. E, acima de tudo, curta esse período maravilhoso da vida.

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Reflexologia: massagem dos pés como terapia

A reflexologia é uma terapia alternativa que parte do princípio de que pequenos pontos de pressão no corpo, sejam eles nos pés, nas mãos, nas orelhas ou na face, refletem todo o restante do organismo. Por meio da reflexologia, podemos combater diversos problemas de ordem psíquica ou física, como estresse e prisão de ventre, por exemplo.

Neste artigo, abordaremos o assunto com maiores detalhes, indicando como funciona e quais os principais benefícios da reflexologia. Para começar, vamos conhecer um pouco mais da sua história.

História da reflexologia

Reflexologia - massagem dos pés como terapiaA história da reflexologia, como a da maioria das terapias alternativas e holísticas, remonta aos tempos antigos. Não se sabe ao certo se ela surgiu na China ou no Egito. Há uma teoria que defende que a massagem nos pés como terapia (reflexologia podal) tenha surgido há cerca de 5 mil anos entre os chineses, mas evidências arqueológicas indicam que sua origem esteja entre 4500 e 4300 anos atrás, no Egito, com o médico Ankmahor. Os indianos teriam levado a terapia para o Oriente, chegando assim à China. No continente americano, a reflexologia é praticada pelos índios de algumas tribos há séculos.

No século XVI, dois médicos, A’tatis e Adamus, interessaram-se pelo assunto e, após estudos, publicaram um livro intitulado Terapia por zonas, o qual se propunha a tratar da reflexologia, assim como muitos outros livros da época, tal como o escrito pelo médico alemão Dr. Bali. No século XX, temos então a enorme contribuição dos médicos Willian Fitzgerald, que se especializou em reflexologia podal, e Paul Nogier, pai da auriculoterapia.

Não podemos deixar de mencionar igualmente o trabalho da “mãe da reflexologia moderna”, a enfermeira e fisioterapeuta Eunice D. Ingham. Ela é autora do livro A história que os pés podem contar.

Como funciona a reflexologia?

Diferentemente da auriculoterapia (reflexologia auricular), que utiliza técnicas de acupuntura na orelha, a reflexologia podal (nos pés) utiliza-se de técnicas de massagem para estimular os pontos meridianos presentes nas plantas dos pés. Os massoterapeutas especializados em reflexologia podal também costumam utilizar óleos essenciais diversos em suas massagens.

Cada região da planta dos pés é associada a determinado órgão ou região do corpo. Com o estímulo dessas regiões, por meio de massagem, tratamos diversos males, fazendo com que o Qi (energia vital) flua em equilíbrio pelo organismo e restabelecendo a saúde ao corpo do indivíduo. Além disso, essa terapia ativa e melhora a circulação do sangue e fortalece o sistema imunológico, tornando mais eficientes os mecanismos de defesa do próprio corpo.

Os mapas dos pés e das mãos

Em nossos pés existem determinados pontos de pressão que estão relacionados aos vários órgãos de nosso corpo, formando uma espécie de mapa. No pé direito encontram-se os pontos associados aos órgãos que estão do lado direito do corpo, enquanto que no pé esquerdo encontram-se os órgãos que estão do lado esquerdo. No entanto, é importante lembrar que os meridianos se cruzam na região do pescoço e um ponto no pé esquerdo é associado a uma região do lado direito da cabeça. O mesmo vale para as mãos.

Existem formas de identificar males através do pressionar de regiões específicas dos pés ou das mãos. Como os problemas físicos estão associados a um bloqueio da circulação da energia vital em determinado órgão, quando pressionamos uma dada região do pé e o indivíduo sente dor, inferimos que há algo de errado com o órgão associado a esse ponto específico.

Benefícios da reflexologia

Dentre os males que podem ser prevenidos ou tratados através da reflexologia, temos:

  1. Cefaleias e enxaquecas: Segundo a reflexoterapeuta Cláudia Rosane Santos, a reflexologia é eficaz no tratamento de dores de cabeça crônicas e enxaquecas. Através da terapia, a energia acumulada é liberada e passa a fluir normalmente pelo corpo, aliviando as dores.
  2. Estresse: O tratamento do estresse é fundamental na prevenção de condições clínicas diversas como hipertensão arterial e enxaquecas. A reflexologia é muito indicada para tratamento desse problema, visto que é capaz de relaxar o indivíduo de forma rápida e eficaz a longo prazo.
  3. Câimbras: A reflexologia é fortemente recomendada para alívio imediato de câimbras, configurando-se em um método viável e prazeroso.
  4. Azia, prisão de ventre e outros problemas digestivos: A massagem dos pontos de pressão relacionados ao esôfago e ao estômago pode auxiliar na diminuição dos sintomas da azia. Ela é eficaz também contra a prisão de ventre, visto que o estímulo de pontos específicos impulsiona os movimentos do intestino grosso que levam à evacuação.
  5. Dores musculares: A reflexologia pode também ser utilizada para o alívio de dores musculares diversas e dores nas costas.
  6. Asma: A terapia é também eficaz contra problemas respiratórios como asma e bronquite. Muitos estudos comprovam que a reflexologia é capaz de reduzir em cerca de 50% a gravidade dos ataques de asma.
  7. Ansiedade: Massagem em determinados pontos dos pés ajuda a acalmar o indivíduo com ansiedade e evitar crises de pânico.

Contraindicações

A terapia é contraindicada para gestantes, pois acredita-se que os estímulos podem levar a um parto precoce. Além disso, a reflexologia não é recomendada para pacientes com feridas, infecções, melanomas ou úlceras nos pés ou mãos. Também não é indicada para pessoas com trombose.

Reflexologia é, portanto, uma terapia baseada na conexão entre pequenos pontos do corpo e o restante do organismo. Ela é eficaz no tratamento de diversas enfermidades, proporcionando saúde e equilíbrio ao indivíduo. É indicada especialmente para aqueles que sofrem de estresse, problemas digestivos ou respiratórios e dores em geral.

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Qual é o procedimento que doadores de sêmen devem seguir?

Para realizar o sonho de serem pais e mães, muitos casais precisam da ajuda de voluntários que cedam o próprio material genético para possibilitarem os procedimentos de reprodução.

Nos últimos anos, o uso de gametas doados para reprodução assistida, por exemplo, cresceu exponencialmente e, apesar de a doação de sêmen ter crescido mais de 500% só no Brasil, ainda há pouca informação sobre o assunto, porque a exigência do anonimato para os doadores de sêmen costuma reduzir, e muito, a frequência dos diálogos a respeito do procedimento.

Por isso é natural que quem busque por essa ajuda se sinta curioso sobre quem são voluntários e como é a metodologia laboratorial.

Por isso é importante frisar que na legislação brasileira, a comercialização do material genético é proibida e a captação do material para fins de reprodução deve ser sempre feita de maneira anônima.

A seleção dos doadores de sêmen

Para poder fornecer o melhor material genético para casais que tenham interesse em ter filhos, o doador de sêmen precisa receber um tratamento cuidadoso que engloba especificações sobre abstinência sexual (é necessário não praticar sexo nos dias que antecedem a doação) e todo procedimento avaliatório que ajuda a garantir um material genético de qualidade. Por isso a cada 15 pretendentes a doadores de sêmen, somente um é escolhido para o procedimento.

A seguir, veja alguns exames aos quais os pretendentes a doadores, são submetidos:

Espermograma: Realiza-se o espermograma para verificar aspectos gerais do material, e se aprovado nesse exame, o doador é submetido a uma avaliação médica cuidadosa, para verificar se há a possibilidade de doenças hereditárias. Como o procedimento é minucioso, a triagem com o médico garante que somente os doadores de sêmen com o melhor material sejam admitidos nas avaliações seguintes.

Exames sorológicos: Também são realizados. Para eles só são aceitos os resultados negativos.

Espermocultura: É a fase em que é avaliada a saúde geral do material, qualidade, desempenho, e etc. Com a finalidade de eliminar qualquer possibilidade de contaminação.

Todos esses exames são repetidos a cada doação e o material genético fornecido pelos doadores, só pode ser utilizado quando todos esses testes respondem negativamente para contaminações de quaisquer natureza.

E todos os aspectos do trabalho técnico têm o apoio de equipamentos de última geração.  Depois desses procedimentos o material é conservado em nitrogênio líquido, onde pode ficar guardado por anos sem sofrer alterações na sua qualidade.

O anonimato dos doadores de sêmen

Nos Estados Unidos, o cadastro de doares de sêmen é muito mais detalhado. Lá, a legislação permite a comercialização do material, e por isso, os registros contam detalhes como, por exemplo, informações sobre a profissão, aspectos da personalidade e até fotos.

Já no Brasil, os cadastros de doadores de sêmen devem ser sigilosos, e para garantir isso, o doador de sêmen recebe um número interno de registro, ao qual nem mesmo o doador tem acesso. Assim, é possível escolher os doadores através dessa identificação.

Mesmo assim são permitidas informações relacionadas aos aspectos gerais do doador, como a etnia, altura, peso e outras informações técnicas a respeito do material. É a ciência e a tecnologia em favor da realização do maior sonho de muitas pessoas.

Descubra como funciona o preenchimento das maçãs do rosto

Quando falamos em rosto harmônico, uma das características desta harmonia são as maçãs do rosto acentuadas.

Na juventude temos a musculatura mais enrijecida e quando envelhecemos perdemos a gordura deste local e o rosto “afina”. A pele fica flácida e o volume do rosto fica diminuído.

Se pensarmos que é inevitável a chegada dos sinais de envelhecimento, como podemos recuperar o volume do nosso rosto?

A resposta pode ser encontrada no tratamento estético que realiza o preenchimento das maçãs do rosto.

Esta região, maçã do rosto, também é conhecida como regiões malares, e pode proporcionar ao longo dos anos uma aparência jovial com tratamentos adequados.

Preenchimento cutâneo

Hoje em dia, existem várias possibilidades em submeter-se a tratamentos para o combate da flacidez no rosto, sem necessariamente recorrer as cirurgias tradicional.

Um procedimento que vem aumentando sua procurado nos consultórios de cirurgia plástica é o preenchimento das maçãs do rosto.

Por ser um procedimento não-invasivo, e sem necessidade de intervenção cirúrgica, este tratamento ajuda na flacidez dos tecidos da pele, definindo um contorno maxilar e promovendo um efeito de “blush”. Este efeito dá mais suavidade ao rosto, impactando na região maxilar e trabalhando na recuperação do volume do rosto.

Seguindo esta linha de raciocínio, com procedimentos simples, os profissionais utilizam do Ácido Hialurônico.

Pontos estratégicos do tratamento com Ácido Hialurônico

O ácido hialurônico é uma molécula produzida pelo nosso organismo que possui efeitos de preenchimento e de hidratação. Até os 25 anos aproximadamente esta molécula é produzida em grande quantidade. Após os 25 anos a produção torna-se escassa e, com o envelhecimento natural da pele ao passar nos anos as regiões da maçã do rosto tendem a ficar mais flácidas, imprimindo em nossa imagem um aspecto “cansado”.

Este tratamento ocorre nos consultórios e clínicas de cirurgia plástica e, deve ser ministrado sempre por profissionais especializados que traçam os pontos estratégicos do rosto.

Aplicações e resultados

O tratamento consiste em aplicações do produto através de seringas realizada em aproximadamente 30 minutos. O paciente pode ser liberado no mesmo dia para exercer suas atividades rotineiras, exceto as físicas, que devem ser interrompidas no prazo de 24 horas após o início do tratamento.

Os resultados da aplicação e da recuperação do volume do rosto são notados instantaneamente, e os efeitos da substância no organismo pode durar de 9 a 18 meses.

A recorrência no tratamento pode proporcionar melhora considerável no preenchimento das maçãs do rosto ao longo prazo.

Certamente, apesar de todas as referências de beleza, o mais importante para o paciente é sentir-se bem ao olhar se no espelho.

E, para finalizar a recomendação para a realização de qualquer tratamento estético é certificar-se que o profissional –  cirurgião plástico é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Como a cirurgia plástica pode ajudar no caso de queimaduras?

Quando pensamos em cirurgia plástica, logo nos vem a cabeça procedimentos estéticos.

Mas a cirurgia plástica também é uma grande aliada nos tratamentos de queimaduras. Nestes casos, a cirurgia plástica é denominada como cirurgia reparadora, um forte aliado no tratamento de pacientes que sofreram queimaduras.

De acordo com o conceito da Sociedade Brasileira de Queimaduras, são definidas como queimaduras, as feridas traumáticas causadas na maioria das vezes, por agentes térmicos, químicos, elétricos ou radioativos. Essas feridas podem atingir tecidos do corpo, podendo resultar em destruição total ou parcial da pele. As queimaduras são classificadas em 1.º, 2.º e 3.º graus. Esta classificação é determinada de acordo com a profundidade atingida da pele.

Quando se torna necessário tratamento através de cirurgia plástica?

Nem toda queimadura necessita da cirurgia plástica reparadora. Somente quando a queimadura ocasiona a perda da função e da estética da região atingida esta técnica é utilizada.

Nestes casos a cirurgia plástica restauradora devolve ao paciente a funcionalidade de seu organismo. Com a ajuda de uma equipe multidisciplinar, o cirurgião plástico consegue determinar qual será a melhor técnica a ser utilizada.

A cirurgia plástica reparadora trata a deformidade causada pela queimadura, devolvendo ao paciente sua autoestima, satisfação com o corpo

Tipos de cirurgias

  • Enxertos cutâneos

Os tecidos que foram lesionados pela queimadura e que suas células estão mortas, precisam ser removidos, pois podem prejudicar a cicatrização além de deixarem sequelas.

Geralmente nestes casos, a indicação da cirurgia plástica é a utilização de enxertos cutâneos. Este método tem como objetivo cobrir as feridas ocasionadas pela queimadura. Os enxertos cutâneos são lâminas da pele do próprio paciente, com espessura total ou parcial, retiradas de áreas onde o tecido encontra-se saudável.

Este método apresenta várias vantagens como por exemplo menos taxa de cicatrizes patológicas, e quantidade menor de cicatrizes, utilizando apenas nas emendas.

  • Sutura e Ressecção

A ressecção é a intervenção cirúrgica para extração total ou parcial de um órgão ou de uma neoformação patológica.

Trata-se de uma técnica muito simples que realiza a ressecção e sutura do local atingido.

  • Micropigmentação Paramédica

Também conhecida como tatuagem paramédica, esta técnica utiliza os princípios básicos da tatuagem tradicional.

Este procedimento é realizado com um equipamento denominado demógrafo, onde o profissional implanta pigmentos na pele da paciente para remover ou disfarçar as cicatrizes.

Este procedimento trata mais a finalidade estética, principalmente sendo utilizado nas faces dos pacientes.

  • Tratamento de sequelas

 Algumas medidas para o tratamento de sequelas de queimaduras são muito eficazes, como por exemplo o uso de malhas compressivas e talas.

A utilização permite que o órgão afetado fique posicionado no local correto, evitando seu deslocamento e deformidades.

Além dos exemplos citados é importante informar que a atuação da cirurgia plástica reparadora faz parte de ações de uma equipe multidisciplinar composta por profissionais de outras áreas da saúde, como fisioterapeutas, médicos, enfermeiros, nutricionistas com o objetivo de ajudar o paciente a retornar suas atividades.

A cura pelas mãos – Conheça o Reiki

ReikiO Reiki é uma técnica desenvolvida no Japão para reduzir o estresse e relaxamento para promover a cura.

A técnica é transmitida através das mãos e tem como base uma energia vital e invisível que tem sua fluência através de nós, aqueles, segundo o Reiki, que são responsáveis por estarmos vivos.

De acordo com os conhecimentos passados pelo Reiki, quando nossa energia atinge níveis extremamente baixos acabamos ficando mais vulneráveis às doenças.

Outra reação da energia baixa é o nosso emocional ficar desequilibrado e assim mais propenso ao estresse.

A técnica Reiki não é necessariamente difícil de ser aplicada e não exige capacidade intelectual, apenas um treinamento e abertura dos canais energéticos.

Mesmo se tratando de uma questão espiritual, o Reiki não tem relação com uma religião, apenas cuida da energia e bem-estar.

Quer conhecer mais particularidades dessa técnica japonesa? Confira agora as 5 informações mais importantes do Reiki.

O tratamento – origem e funcionamento

Primeiramente devemos entender a origem do nome, Reiki é a junção de duas palavras do vocabulário japonês. A primeira é “Rei” que tem o significado de sabedoria divina ou também de o Poder superior.

A outra palavra é o “Ki”, que significa energia vital. A crença da técnica é que se trata de uma energia espiritual guiada.

Durante o tratamento o paciente sente uma sensação energética muito positiva que transpassa por todo o corpo.

O que faz o Reiki funcionar é que todo o Universo é composto por energia e assim eles acreditam que cada ser humano possui sete chakras.

Chakra é o centro por onde a energia passa, entrando e saindo do nosso ser.

A sessão de Reiki

A consulta funciona da seguinte forma, a terapeuta pega as suas mãos e através dela passa a energia vital do universo, usando os seus chakras.

É importantíssimo frisar que a energia passada não é a do terapeuta, nesse caso ele funciona apenas como um canal de transmissão.

A energia vem da fonte divina do Universo e assim ele passa para o paciente através das técnicas do Reiki.

Na consulta a principal energia que circula é a mais densa, faz um circuito e depois volta para o Universo.

Esse processo acontece para que a energia possa sair da pessoa e ser tratada.

Isso acontece para quando voltar ao corpo do paciente a energia possa estar limpa e renovada.

Seguindo uma sequência de tratamento, ou seja, fazendo várias sessões, o comum é a pessoa começar a sentir os efeitos benéficos cada vez mais.

Não envolve religião

Embora seja sim espiritual, o Reiki não tem um dogma.

Não existe nada que seja passível de crença com a finalidade de só funcionar se a pessoa acreditar ou aprender a usar o Reiki.

Um grande diferencial do Reiki é que ele não depende de crença alguma, ele simplesmente vai funcionar você crendo na força dele ou não.

Trata corpo, mente e espírito.

A técnica Reiki visa tratar a pessoa em sua totalidade, isso inclui o corpo, a qualidade emocional, a mente e o espírito.

As sensações desenvolvidas no paciente promovem o relaxamento intenso e uma enorme sensação de paz.

Não é um método complicado, pelo contrário, tem muita eficácia devida sua simplicidade.

O Reiki é um método popular, pois qualquer pessoa pode usar, desde que as técnicas necessárias sejam aprendidas.

Não se trata de algo complicado, apenas uma aprendizagem de algumas aulas e sessões e já está apto para aplicar.

Aprendendo a usar o Reiki

A iniciação do Reiki corresponde ao primeiro nível de aprendizagem.

Nessa primeira etapa a pessoa conhece os princípios básicos da técnica.

Aprende a utilizar a ferramenta que possui o poder a seu dispor e assim fazer as sessões para gerar ações benéficas ao paciente.

Depois de o mestre abrir os canais de energia do aprendiz, a partir desse momento ela passa a ficar aberta.

O que acontece é que todos nós já temos esses canais de energia.

Mas sem iniciar a sessão de abertura eles ficarão trancados sem poder de uso.

Embora possa parecer um ritual de magia ou algo do tipo, ele não incomoda em nada.

Não há nada estranho e muito fora do comum no processo de abertura dos canais energéticos.

Acontece da seguinte forma, o mestre faz umas espécies de “orações” e faz os símbolos que darão a permissão do aprendiz começar a usar o Reiki.

Qual a sensação depois da sessão?

Depois dos processos, há relatos que os aprendizes, agora transmissores do Reiki acabam tendo visões de seus possíveis guias espirituais.

Essa visão seria mais uma espécie de anjo e que normalmente acompanha cada um.

A sensitividade passa a ser uma característica daquele que aprendeu a usar o Reiki, pois seu senso de apuração fica afiado.

A visão em relação à vida também muda bastante e torna-se muito clara.

Esse é um processo natural, pois o Reiki coloca a pessoa em um equilíbrio consigo mesma.

A pessoa tratada passa a sentir uma sincera harmonia com tudo a sua volta.

Há relatos de que a sensação é muito boa, pois uma fluência entre o universo e a vida passa a existir, sem a natural oposição que as pessoas criam.

Em suma, o Reiki é um tratamento que serve para curar o corpo, alma e mente.

Passar as energias necessárias e ainda transmitir uma incrível sensação de bem-estar.

Ficou com vontade de fazer uma sessão? Deixe seu comentário.

Já ouviu falar de translucência nucal? você precisa ficar atenta

A translucência nucal (TN) conhecida também, como, rastreamento cromossômico é um exame que deve ser realizado em um período determinado, ou seja, entre a décima primeira semana e décima terceira, não mais do que isso. Portanto, é de extrema importância ficar atenta as datas dos exames e visitas mensais ao obstetra, pois passado essas semanas, você não poderá mais realizar esse exame.

Durante a gravidez, principalmente por parte das mamães de primeira viagem, tudo é novidade e, de certa forma, causa estranhamento, gera dúvida e até certo medo em algumas situações, o que é extremamente normal, haja vista a situação ser nova.

Por conta disso, é extremamente importante que a mamãe escolha muito bem o profissional que cuidará da sua gestação, fazendo seu pré-natal. Sentir-se segura é muito importante, afinal de contas, tratará da saúde do seu filho, como também, a sua própria saúde.

Enfim, entre tantos exames solicitados, um deles é o chamado de translucência nucal. Sim! Esse nome é bastante estranho, porém é um exame que se faz necessário e bastante rotineiro no universo das grávidas. Caso não tenha ouvido falar a respeito desse exame, aprenda um pouquinho mais aqui.

O exame de translucência nucaltranslucência nucal

É um exame que tem taxas de assertividade em torno de oitenta a noventa por cento em suas análises e foi introduzido no Brasil na década de noventa. Por conta desse percentual, indicando incerta fiabilidade, pode-se indicar, então, uma desvantagem do exame.

Ele consiste na medição do feto da cabeça até as nádegas. Isso só ocorre quando o feto esteja com quarenta e cinco a oitenta e quatro milímetros, o que corresponde ao tempo descrito anteriormente em semanas. O exame identifica também o acúmulo de líquido na nuca do bebê.

No entanto, mamães, não se preocupem, pois é um exame que faz parte da rotina do pré-natal e ele não é invasivo, ou seja, não causará nenhum desconforto para vocês, nem para seus bebês. Outro ponto positivo desse exame é que através dele é possível já detectar o tempo exato da gestação, graças aos avanços da medicina.

Para que serve a translucência nucal?

Assim como tudo na gestação tem sua importância, a translucência nucal também tem. É importante deixar claro desde o início que esse é um exame realizado normalmente e não se refere a um diagnóstico. Ele apenas mostra a margem de risco do seu bebê possuir ou não alguma anomalia, como, por exemplo, ter síndrome de down ou ainda, alguma doença cardíaca.

Importante

Ainda que dentro das taxas, o seu bebê esteja dentro do grupo de risco, mesmo que seja difícil não se preocupar, procure não se desesperar, pois ressaltamos que esse exame tem a margem de falha e não é um diagnóstico. Para se ter certeza que seu bebê terá algum tipo de anomalia como as citadas, você pode fazer outros tipos de exame, como uma biopsia de vilosidade coriônica ou amniocentese. Esses exames, sim, te darão um diagnóstico sobre seu bebê.

De toda forma, fique tranquila, pois é um exame rotineiro e necessário. Entrar em desespero antes, não trará resultado positivo, muito pelo contrário. Converse com seu obstetra e sempre que tiver dúvidas, pergunte a ele.

O Brasil melhorou os cuidados de saúde para todos, mas as desigualdades persistem

James A. Macinko - estudo sobre cuidados de saúdeUm estudo realizado por James A. Macinko – professor de políticas de gestão da saúde e ciências da saúde da comunidade da UCLA Fielding School of Public Health – veio reconhecer que o Brasil melhorou significativamente o acesso da população aos cuidados de saúde, no entanto, muito mais ainda tem que ser feito para erradicar as desigualdades que existem no país.

Comportamentos e atitudes relacionados com a saúde

O estudo revelou que existem “desigualdades sociais relativamente aos comportamentos e atitudes relacionados com a saúde entre adultos brasileiros”, tendo sido detetadas desigualdades sociais significativas, incluindo mais tabagismo, inatividade física nas horas de lazer, estilo de vida sedentário, consumo de leite e baixa ingestão de verduras, vegetais e frutas entre os menos educados, a população não branca e entre aqueles que não têm seguro de saúde privado. Os homens tinham taxas mais elevadas do que as mulheres de tabagismo, consumo de álcool e consumo de carne gordurosa, e comiam menos verduras, vegetais e frutas.

Cuidados de saúde x doenças crônicas

O estudo também detetou desigualdades no acesso ao tratamento para a depressão, mostrando que a prevalência geral de depressão foi de 7,9%, sendo que 78,8% não receberam nenhum tratamento e 14,1% receberam apenas farmacoterapia – os pobres, os não-brancos e os que vivem em áreas com escassos recursos de saúde mental tiveram mais dificuldade em ter acesso aos cuidados de saúde mental.

“Desigualdades educacionais e hipertensão auto-relatada” – O estudo revelou que a prevalência ajustada pela idade da hipertensão auto-relatada foi de 18,8% e 23,6% para homens e mulheres, respetivamente. As mulheres negras e mulatas apresentaram maior prevalência do que as mulheres brancas (26,%, 25% e 22,1%, respetivamente), mas não foram encontradas diferenças raciais entre os homens. Além disso, houve uma associação inversa entre hipertensão e escolaridade entre mulheres brancas e mulatas, mas não nas mulheres negras; entre os homens, havia uma sugestão de associação direta entre brancos e mulatos, mas não nos negros.

Qualidade de vida

Os dados revelaram desigualdades na expetativa de vida saudável existindo grandes disparidades por regiões geográficas, com os piores indicadores concentrados nas regiões mais pobres do Norte e Nordeste. Para homens e mulheres com idade de 20 anos, as estimativas de expetativa de vida saudável (o número de anos adicionais expetáveis de serem vividos em boa saúde) nas regiões Sul e Sudeste mais ricas foram 6,2 anos superiores do que nas regiões mais pobres do Norte e do Nordeste, tanto para as mulheres como para os homens.

Artigo escrito por Carlos Pereira – Autor do blog Dieta Alcalina

Informações sobre a Diabetes gestacional que você precisa saber agora!

Muitas mulheres têm duvidas quanto à diabetes gestacional. É um assunto que causa certo desconforto devido à sua gravidade e relação com a saúde do bebê. Mas nem tudo é como dizem, aproveite e conheça mais sobre esse assunto tão recorrente no universo das grávidas.

diabetes gestacionalA diabetes gestacional acontece normalmente próxima da décima terceira semana de gravidez.

Ela se desenvolve devido a uma resistência do organismo quanto à insulina. Essa resistência é provocada pelos hormônios e assim a doença acaba se desenvolvendo.

Para não ter mais dúvidas a respeito do assunto, preparamos aqui as 8 informações mais importantes sobre a diabetes gestacional.

Surgimento

Este tipo de diabetes aparece normalmente no primeiro trimestre de gestação e depois desaparece logo após o parto.

Os casos podem variar, cada organismo funciona de uma maneira diferente e pode ter reações diversas, mas no comum, os casos mais recorrentes são os de sumir a diabetes depois do nascimento do bebê.

Sintomas

Não é comum aparecerem sintomas, por isso é importante fazer exames periódicos durante toda a gravidez.

Por isso é importante ficar atenta e observar se o comportamento está alterado. Em casos de exceções, a diabetes gestacional pode apresentar alguns sintomas, são eles:

  • Muita sede, além do comum.
  • Urinar mais do que o normal
  • Fome excessiva
  • Alteração na visão, meio turva.

Tratamento contra a diabetes

O tratamento da diabetes gestacional deverá ser iniciado já durante a gestação com uma alimentação adequada. Em casos mais graves, o tratamento será feito com remédios.

Em relação à dieta, normalmente ela é regrada e restrita a muitos alimentos que podem potencializar a diabetes.

A indicação médica se baseia em um cardápio pobre em carboidratos e exercícios regulares, mas de modo moderado.

Os remédios utilizados no tratamento pode ser o hipoglicemiante oral ou ainda a insulina variando de acordo com os valores de açúcar no sangue e as recomendações do médico.

Causas

Não é possível precisar as reais causas, mas o que se sabe é que a diabetes normal se desenvolve quando o pâncreas não consegue mais produzir o hormônio insulina em quantidade necessária para suprir as necessidades do organismo.

Ou ainda, a diabetes surge porque o hormônio acaba não conseguindo agir de forma esperada e assim gerando uma resistência à insulina.

O corpo faz a digestão do alimento que você ingere para a produção de açúcar (glicose) que vai entrar na sua corrente sanguínea.

Uma das funções da insulina é promover a redução da glicemia e permitir que o açúcar que já está no sangue seja capaz de entrar e penetrar profundamente nas células.

Dessa forma poderá ser utilizada como fonte de energia.

O que acontece é que se faltar esse hormônio, ou se de repente ele não agir de forma correta, poderá acontecer um aumento de glicose no sangue e assim, o diabetes.

Ligação com o bebê

Sabe-se que durante a gravidez a placenta que está ligada ao bebê é a que fornece suprimentos através do sangue.

Por esse motivo o corpo produz e libera altos níveis de hormônios.

Devido ao crescimento do bebê, a placenta libera cada vez mais hormônios, aumentando a cada dia as doses.diabetes gestacional

Toda essa liberação de hormônios é prejudicial a forma que a insulina age no corpo, pois aumenta o nível de açúcar no sangue de forma considerável.

Sabendo disso, é normal perceber que após a alimentação há uma elevação de açúcar no sangue.

Principais fatores de risco para diabetes gestacional

Qualquer mulher pode desenvolver a diabetes gestacional, mas alguns fatores representam riscos como:

  • Ter mais de 25 anos
  • Diabetes gestacional na família
  • Já teve diabetes gestacional
  • Se já possui níveis altos de açúcar no sangue
  • Estar acima do peso antes da gravidez
  • Ganho de peso além do normal na gravidez
  • Raças negra, indígena, asiática ou hispânica.

Formas de evitar

Não há dados que informem as maneiras de prevenção, pois ela está mais relacionada à alteração dos hormônios naturais da gestação, mas é possível reduzir os riscos de desenvolver a diabetes gestacional como:

  • Procure ficar no peso ideal antes de engravidar
  • Ser rigorosa no pré-natal
  • Cuidar para que o peso seja ganho de forma natural
  • Caprichar na alimentação saudável
  • Fazer exercícios de forma regular, mas de forma moderada.

E depois do nascimento do bebê?

O bebê de uma mulher diabética ou que teve a diabetes gestacional recebeu grandes doses de açúcar durante o processo de gestação.

Para que haja um equilíbrio, o pâncreas acabou produzindo mais insulina que o normal. Dessa forma, assim que ele sai do ambiente uterino para de se alimentar com grandes doses de glicose. É ai que o bebê pode apresentar um quadro de hipoglicemia.

Caso isso aconteça, o recém-nascido será medicado para que haja um controle e equilíbrio no seu sangue.

Como bem explicitamos por aqui, qualquer mulher pode desenvolver o diabetes gestacional, devido ao excesso de hormônios liberados no corpo. Mesmo assim é possível tomar algumas precauções para que esse problema não ocorra, mesmo não sendo garantido, é importante de prevenir. Cuide-se sempre, faça exames e se alimente muito bem.

Achou importantes as informações sobre diabetes gestacional? Comente alguma experiência ou apenas deixe sua opinião!

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Hoje eu quero falar sobre a diabetes, o que ela é e possíveis causas e tratamentos… Fique Atento pois também você terá a chance de ter no conforto da sua casa o melhor Tratamento da Diabetes, hoje, no Brasil.

O que é Diabetes

A diabetes mellitus é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade desta exercer adequadamente os seus efeitos, o que ocasiona um aumento da glicose (açúcar) no sangue.

Conhecida popularmente por diabetes, o termo tem dois gêneros, podendo ser “a diabetes” ou “o diabetes”. É também chamada de Diabete Sacarina ou Diabetes açucarado.

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Tratamento da Diabetes Só no Brasil, há mais de 13 milhões de pessoas com diabetes, número que representa 6,9% da população.

E os casos não param de crescer, em alguns deles, o diagnóstico demora, favorecendo o aparecimento de complicações.

De acordo com um levantamento feito pela Federação Internacional de Diabetes, em 2017, havia mais de 425 milhões de adultos com a doença no mundo. E mais: 1 a cada 2 pessoas simplesmente não sabe que é diabética.

A diabetes acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir um hormônio, chamado insulina, em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou também porque este hormônio não é capaz de agir da maneira adequada (resistência à insulina).

Esse hormônio permite que o excesso de açúcar no sangue seja armazenado, enquanto a outra parte é usada como fonte de energia.

É graças a ele que a glicose consegue penetrar dentro das células, para ser utilizada como fonte de energia.

Quando falta insulina, ou quando ela não funciona corretamente, o açúcar fica solto na corrente sanguínea, o que pode acarretar em uma série de complicações.

Resumindo, a diabetes é a elevação exagerada da glicose no sangue (hiperglicemia) por causa de uma falta ou mal funcionamento da insulina.

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Quais os tipos de Diabetes?

A diabetes comumente classifica-se em dois grupos: Tipo 1 e Tipo 2, mas também podemos encontrar o tipo inicial e também os de casos específicos, como na gravidez (diabetes gestacional). Vejamos a seguir cada tipo em que ela se encontra:

Pré-diabetes

Os profissionais chamam de “pré-diabetes” quando um paciente tem potencial para desenvolver a doença, como se fosse um estado intermediário entre o saudável e o diabetes do tipo 2.

Isto porque no caso do tipo 1 não existe a pré-diabetes: a pessoa já nasce com uma predisposição genética ao problema e com impossibilidade de produzir insulina, trazendo o risco de desenvolver a diabetes em qualquer idade.

Diabetes tipo 1 (DM1)

Neste tipo, o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina em decorrência de um defeito do sistema imunológico, fazendo os anticorpos atacarem as células que a produzem.

Essa forma de diabetes é resultado da destruição das células beta pancreáticas por um processo imunológico, ou seja, pela formação de anticorpos pelo próprio organismo contra as células beta, levando à deficiência de insulina.

Nesse caso, em exames de sangue, pode ser detectada a presença dos anticorpos: ICA, IAAs, GAD e IA-2. Eles estão presentes em cerca de 85 a 90% dos casos de DM1 no momento do diagnóstico.

Em geral, esse tipo costuma atingir mais as crianças e adultos jovens, mas pode ser desencadeada em qualquer faixa etária, acometendo cerca de 5 a 10% dos pacientes com diabetes.

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Diabetes tipo 2

A diabetes tipo 2 pode ser tratada com medicamentos orais ou injetáveis. Porém, com o passar do tempo, pode ocorrer o agravamento da doença. Nesta forma de diabetes, está incluída a grande maioria dos casos (cerca de 90% dos pacientes diabéticos).

No tipo 2, há uma combinação de dois fatores:

A diminuição da secreção de insulina;

Um defeito na sua ação, conhecido como “resistência à insulina”.

Nesses pacientes, a insulina é produzida pelas células beta pancreáticas, mas a sua ação é dificultada, caracterizando um quadro de resistência insulínica.

Isso vai levar a um aumento da produção de insulina para tentar manter a glicose em níveis normais. Quando isso não é mais possível, surge a diabetes.

A progressão do quadro é mais lenta do que no tipo 1, e sintomas como sede, aumento da diurese, dores nas pernas, alterações visuais, etc. podem demorar vários anos até se apresentarem.

Se não for diagnosticada e tratada a tempo, também pode evoluir para um quadro grave de desidratação e coma.

Ao contrário do diabetes tipo 1, há geralmente associação com aumento de peso e obesidade, acometendo principalmente adultos a partir dos 50 anos.

Entretanto, tem-se observado cada vez mais o desenvolvimento do quadro em adultos jovens e até crianças.

Isto ocorre, principalmente, pelo aumento do consumo de gorduras e carboidratos aliados à falta de atividade física.

Assim, o endocrinologista tem, mais do que qualquer outro especialista, a chance de diagnosticar o diabetes em sua fase inicial, considerando a grande quantidade de pacientes que procuram este profissional por problemas de obesidade.

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