Hoje eu quero falar sobre a diabetes, o que ela é e possíveis causas e tratamentos… Fique Atento pois também você terá a chance de ter no conforto da sua casa o melhor Tratamento da Diabetes, hoje, no Brasil.

O que é Diabetes

A diabetes mellitus é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade desta exercer adequadamente os seus efeitos, o que ocasiona um aumento da glicose (açúcar) no sangue.

Conhecida popularmente por diabetes, o termo tem dois gêneros, podendo ser “a diabetes” ou “o diabetes”. É também chamada de Diabete Sacarina ou Diabetes açucarado.

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Tratamento da Diabetes Só no Brasil, há mais de 13 milhões de pessoas com diabetes, número que representa 6,9% da população.

E os casos não param de crescer, em alguns deles, o diagnóstico demora, favorecendo o aparecimento de complicações.

De acordo com um levantamento feito pela Federação Internacional de Diabetes, em 2017, havia mais de 425 milhões de adultos com a doença no mundo. E mais: 1 a cada 2 pessoas simplesmente não sabe que é diabética.

A diabetes acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir um hormônio, chamado insulina, em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou também porque este hormônio não é capaz de agir da maneira adequada (resistência à insulina).

Esse hormônio permite que o excesso de açúcar no sangue seja armazenado, enquanto a outra parte é usada como fonte de energia.

É graças a ele que a glicose consegue penetrar dentro das células, para ser utilizada como fonte de energia.

Quando falta insulina, ou quando ela não funciona corretamente, o açúcar fica solto na corrente sanguínea, o que pode acarretar em uma série de complicações.

Resumindo, a diabetes é a elevação exagerada da glicose no sangue (hiperglicemia) por causa de uma falta ou mal funcionamento da insulina.

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Quais os tipos de Diabetes?

A diabetes comumente classifica-se em dois grupos: Tipo 1 e Tipo 2, mas também podemos encontrar o tipo inicial e também os de casos específicos, como na gravidez (diabetes gestacional). Vejamos a seguir cada tipo em que ela se encontra:

Pré-diabetes

Os profissionais chamam de “pré-diabetes” quando um paciente tem potencial para desenvolver a doença, como se fosse um estado intermediário entre o saudável e o diabetes do tipo 2.

Isto porque no caso do tipo 1 não existe a pré-diabetes: a pessoa já nasce com uma predisposição genética ao problema e com impossibilidade de produzir insulina, trazendo o risco de desenvolver a diabetes em qualquer idade.

Diabetes tipo 1 (DM1)

Neste tipo, o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina em decorrência de um defeito do sistema imunológico, fazendo os anticorpos atacarem as células que a produzem.

Essa forma de diabetes é resultado da destruição das células beta pancreáticas por um processo imunológico, ou seja, pela formação de anticorpos pelo próprio organismo contra as células beta, levando à deficiência de insulina.

Nesse caso, em exames de sangue, pode ser detectada a presença dos anticorpos: ICA, IAAs, GAD e IA-2. Eles estão presentes em cerca de 85 a 90% dos casos de DM1 no momento do diagnóstico.

Em geral, esse tipo costuma atingir mais as crianças e adultos jovens, mas pode ser desencadeada em qualquer faixa etária, acometendo cerca de 5 a 10% dos pacientes com diabetes.

Tratamento da Diabetes

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Diabetes tipo 2

A diabetes tipo 2 pode ser tratada com medicamentos orais ou injetáveis. Porém, com o passar do tempo, pode ocorrer o agravamento da doença. Nesta forma de diabetes, está incluída a grande maioria dos casos (cerca de 90% dos pacientes diabéticos).

No tipo 2, há uma combinação de dois fatores:

A diminuição da secreção de insulina;

Um defeito na sua ação, conhecido como “resistência à insulina”.

Nesses pacientes, a insulina é produzida pelas células beta pancreáticas, mas a sua ação é dificultada, caracterizando um quadro de resistência insulínica.

Isso vai levar a um aumento da produção de insulina para tentar manter a glicose em níveis normais. Quando isso não é mais possível, surge a diabetes.

A progressão do quadro é mais lenta do que no tipo 1, e sintomas como sede, aumento da diurese, dores nas pernas, alterações visuais, etc. podem demorar vários anos até se apresentarem.

Se não for diagnosticada e tratada a tempo, também pode evoluir para um quadro grave de desidratação e coma.

Ao contrário do diabetes tipo 1, há geralmente associação com aumento de peso e obesidade, acometendo principalmente adultos a partir dos 50 anos.

Entretanto, tem-se observado cada vez mais o desenvolvimento do quadro em adultos jovens e até crianças.

Isto ocorre, principalmente, pelo aumento do consumo de gorduras e carboidratos aliados à falta de atividade física.

Assim, o endocrinologista tem, mais do que qualquer outro especialista, a chance de diagnosticar o diabetes em sua fase inicial, considerando a grande quantidade de pacientes que procuram este profissional por problemas de obesidade.

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