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Entenda o tratamento e conheça os diferentes métodos do peeling facial

Peeling facial e seus tratamentosQuem não quer ter uma aparência mais jovial, livre de rugas e marcas de expressão no rosto? Esse é o objetivo de 9 entre 10 pessoas que buscam o peeling facial. O tratamento é uma das vedetes da Medicina Estética, mas requer cuidados na escolha do método e em sua execução.

O conceito básico do peeling é remover as células mortas da pele a fim de acelerar o processo de renovação do tecido. A técnica evoluiu tanto nos últimos anos que hoje existem dezenas de métodos disponíveis no mercado. Entenda, a seguir, como o peeling atua no rejuvenescimento facial e conheça suas diferentes aplicações:

O peeling e seus graus de intensidade:

O nome da técnica tem origem no verbo “to peel”, que em inglês significa descascar. Todos os tipos de peeling obedecem ao mesmo princípio de abrir caminho para o surgimento de uma nova pele, mais viçosa e livre de células mortas. Mas, de acordo com a intensidade que essa renovação celular é estimulada, os métodos são classificados em três grandes grupos:

Peeling Superficial:

Tratamentos, em geral indolores, que atuam na camada mais externa da pele. Indicados para suavizar manchas claras e retirar o excesso de oleosidade da pele. Promove uma descamação leve e a pele se recupera rapidamente. Podem ser realizados tanto por esteticistas como por médicos.

Peeling Médio:

Indicado para quem quer tratar manchas mais intensas e suavizar marcas de expressão. Atinge camadas mais profundas da pele do que as tratadas no tratamento superficial. Pode ser necessário o emprego de anestesia, conforme a tolerância à dor de cada paciente.

A descamação é mais intensa e podem se formar cascas na pele durante o período de cicatrização. O paciente precisa evitar exposição ao sol por um período de 15 a 30 dias após o procedimento. Requer acompanhamento médico especializado.

Peeling Profundo:

Tratamento mais agressivo, que utiliza ácidos ou laser de CO2 para atingir os tecidos cutâneos. Sua ação mais profunda estimula a produção de colágeno e promove um rejuvenescimento celular mais intenso. Indicado para tratamento de cicatrizes, flacidez mediana, manchas resistentes e rugas mais profundas.

É necessário o uso de anestesia e o processo de cicatrização leva em média 20 dias, com descamação da pele e formação de crostas. O paciente deve evitar exposição ao sol por um período de até dois meses e, depois todo o processo, precisa ser acompanhado por um médico especialista.

Conheça os principais tipos de peeling:

Os tipos de procedimentos podem ser divididos em quatro categorias principais: físicos, químicos, enzimáticos e a laser. Entenda abaixo a diferença entre eles:

Peeling Físico:

Também conhecido como mecânico ou dermoabrasivo, utiliza aparelhos ou técnicas de esfoliação manual para promover lixamentos, em geral, superficiais na pele. Atua de forma rápida na retirada de células mortas na camada mais superficial da pele, devolvendo o brilho e um aspecto mais jovial. Entre as técnicas mais conhecidas estão a esfoliação de cristal e a de diamante:

  • O peeling de cristal utiliza uma haste dupla para esfoliar a pele com a aplicação de microcristais. Enquanto uma das hastes aplica as partículas na pele, a outra suga de volta o excesso retirando também as células mortas.
  • O peeling de diamante é feito com um aparelho que lembra uma caneta, que traz uma lixa na ponta. É um pouco mais agressivo do que o de cristal e indicado para pessoas com peles mais maduras, mais agredidas pelo tempo.

Peeling Químico:

O peeling químico combina ácidos e outros agentes químicos para promover a esfoliação da pele. Pode ser superficial, médio ou profundo. A aplicação costuma ser feita com pincéis e cada ácido tem uma função específica. Confira abaixo alguns dos ácidos mais frequentes e suas aplicações:

  • Ácidos glicólico e retinoico:  mais voltados para o rejuvenescimento e tratamento de manchas de acne.
  • Ácido salicílico: ataca a oleosidade da pele ajudando no tratamento de acne. Ameniza rugas finas e manchas claras.
  • Ácido tricloracético (ATA): atua no tratamento de rugas e cicatrizes. Normalmente empregado em combinação com outros ácidos.
  • Fenol: substância mais agressiva, usada no peeling profundo. Combate o envelhecimento da pele amenizando as rugas mais profundas.

Peeling Enzimático:

Conhecido também como biológico, o peeling enzimático é uma esfoliação realizada com a aplicação de enzimas naturais extraídas de frutas como mamão, romã e abacaxi. Normalmente empregados em procedimentos superficiais sem contraindicações.

Peeling a laser:

O peeling com laser de CO2 fracionado é utilizado em procedimentos médios e profundos. Consiste na aplicação de feixes de luz que geram lesões na pele para promover sua renovação e estimular a produção de colágeno. Além de remover manchas e suavizar rugas, combate a flacidez da pele.

Consulte um médico antes de fazer o procedimento

As técnicas de peeling destroem camadas de pele e promovem uma espécie de inflamação cutânea controlada. Portanto, antes de definir que método utilizar, o ideal é investigar qual o mais adequado para o seu objetivo, condições de saúde e tipo de pele.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia indica que todo paciente seja avaliado por um médico especialista, antes de se submeter a um peeling. Muitos procedimentos demandam exames prévios e cuidados após a aplicação. E há restrições que devem sempre ser consideradas.

E você? Já fez ou pretende fazer algum peeling? Deixe um comentário abaixo ou sugira um tema que você gostaria de ver abordado aqui no Caminhos da Saúde .

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