Mau cheiro nas axilas – Conheça as causas e saiba como evitar o problema

Mau cheiro nas axilasNão existe nada mais terrível que ficar em um ambiente fechado, na companhia de uma pessoa com mau cheiro nas axilas!

Muitas vezes, o odor é tão forte que até em ambientes ao ar-livre, fica insuportável permanecer perto dessas pessoas.

Mas, ao contrário do que muitas pessoas pensam, o mau cheiro nas axilas não tem sua origem, apenas na falta de higiene pessoal.

Dá-se o nome de bromohidrose à alteração idiopática crônica, em que a hiperidrose é associada à colonização das axilas, por bactérias, ocasionando odores desagradáveis.

O diagnóstico dessa afecção é meramente clínico, e seu tratamento pode ser através do uso de antitranspirantes a base de cloridrato de alumínio ou através da aplicação de botox.

O outro tratamento é o cirúrgico: cirurgia excisional, simpatectomia torácica e, lipoaspiração superficial da axila.

Com o objetivo de lhe apresentar as causas do mau cheiro nas axilas e como resolver este problema extremamente desagradável, é que escrevemos este artigo.

Causas do mau cheiro nas axilas

Causas do mau cheiro nas axilas

A imagem acima mostra a staphylococcus epidermidis! Essa bactéria é uma das maiores responsáveis pelo mau cheiro nas axilas!

Mas, além desta, existem, ainda a: Proteus vulgaris, Micrococcus luteus e, Corynebacterium xerosis, todas presentes na microbiota cutânea.

A microbiota cutânea está localizada nas axilas, sendo dividida em microbiota transitória e residente.

Microbiota transitória

A microbiota transitória é colonizada por inúmeros micro-organismos que podem ser facilmente eliminados a partir do uso de água e sabão.

Por não conseguir se aprofundar na pele, eles sobrevivem por pouco tempo, bastando uma leve higienização para eliminá-los, embora possam voltar em menos de 8 horas!

Os micro-organismos mais comuns, existentes na microbiota transitória, são: Escherichia coli, Streptococcus pyogenes, Pseudomonas aeruginosa e Klebsiella sp,

Microbiota residente

Estando presente por toda a pele, ela fica mais densamente povoada nas áreas mais úmidas e quentes do corpo, como as axilas e o períneo.

As bactérias que se enquadram na microbiota residente são aquelas que produzem os odores mais fortes, principalmente nas axilas:

  • Staphylococcus coagulase negativo – é o responsável pelo odor de ácido isovalérico.
  • Staphylococcus Corynebacterium e Micrococcus – são os produtores do odor forte de esteróides androgênicos.
  • Proteus vulgaris – é, provavelmente, a bactéria com o odor mais pronunciado e nauseante, pois possui o odor de fezes.
  • Proteus Propionibacterium acnes – responsável pela formação da acne.

As bactérias do grupo microbiota residente são as mais relacionadas ao mau cheiro nas axilas e, portanto, são o grupo a ser combatido.

Há quem diga que alguns alimentos também cooperam para o mau cheiro axilar. Entretanto, não existem estudos em número suficiente para apoiar este entendimento.

Contudo, algumas práticas podem, de fato, ajudar a combater o mau cheiro axilar, como será visto no próximo tópico.

Como evitar o mau cheiro nas axilas?

Como evitar o mau cheiro nas axilas?

O mau cheiro nas axilas deve ser visto como algo a ser resolvido! Sob nenhuma circunstância é aceitável que uma pessoa possua essa característica, e não procure reduzir ou minimizar o problema.

Para tanto, existem três formas para o combate ao mau cheiro nas axilas! São elas:

  • Reduzir o eliminar as secreções glandulares!
  • Inibir o crescimento bacteriano!
  • Adsorver os odores corporais! Antes que alguém julgue que o termo foi escrito erroneamente, a palavra “adsorção” realmente existe, e diz respeito ao processo pelo qual átomos, moléculas ou íons são retidos na superfície de sólidos através de interações de natureza química ou física. E isso é conceitual, portanto, difícil de usar outra terminologia.

Para atender aos objetivos de combater os odores axilares, somente no início do século XX foram criados os desodorantes e antitranspirantes!

Os desodorantes possuem ação antibacteriana e os antitranspirantes objetivam diminuir as secreções sudoríparas. Também existem desodorantes antitranspirantes, com ação tópica combinada.

Soluções populares

Outras soluções encontradas para resolver o problema do mau cheiro nas axilas, são:

  • Passar limão! Realmente funciona, principalmente, se você fizer isso durante o banho e depois enxaguar. A acidez do limão ajuda a remover mais profundamente o excesso de bactérias.
  • Bicarbonato de sódio! Deixado em contato com as axilas por cerca de 20 minutos e depois enxaguado, pode, em poucos dias, promover uma redução importante do mau cheiro axilar.

Ainda é possível fazer a junção do limão com o bicarbonato e aplicar nas axilas! Contudo, cuidado com os excessos e as possíveis irritações da pele.

Além de fazer uma boa higienização corporal, a pessoa acometida de mau cheiro nas axilas deve evitar roupas muito justas e com pouca ou nenhuma absorção de suor.

Caso você já tenha experimentado todas as soluções apresentadas e não obteve resultados satisfatórios, procure um endocrinologista com urgência!

Conclusão

O mau cheiro nas axilas é provocado por bactérias que se localizam, principalmente, na microbiota residente, mas podem ser combatidos com o uso de desodorantes e antitranspirantes.

Também é possível combater o mau cheiro axilar com algumas soluções populares, com o limão e o bicarbonato de sódio.

Contudo, a prática mais efetiva é uma boa higienização corporal, diária, e uma visita regular ao endocrinologista podem resolver seu problema de mau cheiro nas axilas.

Na esperança de termos lhe ajudado com este artigo, pedimos sua opinião e comentários! E aguarde novidades em breve!

Vale a pena fazer um plano odontológico?

plano odontológicoVocê já parou para se perguntar se vale a pena fazer um plano odontológico? Embora eles estejam se tornando cada vez mais populares, muitas pessoas ainda têm dúvidas quanto às vantagens de se contratar um plano para a sua saúde bucal. E muitas vezes a falta de informação é o fator principal que leva as pessoas a não buscarem outras formas de tratamento além da tradicional.

E se você tem alguma dúvida se vale a pena fazer um plano odontológico ou não, este artigo é para você. Nós vamos falar sobre os benefícios que você pode ter através de um plano para sua saúde bucal. Vamos falar também sobre o custo benefício e se, realmente, vale a pena pagar mensalmente por este serviço. Pegue lápis e papel na mão e anote todas as dicas que vamos dar.

Quais as vantagens de se fazer um plano odontológico

É fato que a preocupação com a saúde bucal vem crescendo cada vez mais. Isso, porque as pessoas têm compreendido que cuidar dos dentes vai além dos cuidados estéticos. No entanto, as altas custas de um bom tratamento particular acabam sendo um impedimento para que a pessoa faça o devido tratamento. Com isso, acabam protelando o procedimento, deixando para correr para o dentista “na hora que a dor aperta”. E quais as consequências disso?

Infelizmente não somos habituados à medicina preventiva, que pode evitar muitas dores de cabeça – e no bolso. E com a saúde bucal não é diferente. Muitas vezes deixamos de tratar uma simples cárie, simplesmente porque ela não está incomodando. Com o tempo, essa cárie não tratada toma uma dimensão muito maior, sendo necessário o tratamento de um canal. Este, com certeza terá um valor muito mais elevado do que um simples tratamento de cárie.

Assim sendo, uma das vantagens de se fazer um plano odontológico é, primeiramente, pelo cuidado preventivo. Visto que os tratamentos odontológicos particulares acabam pesando bastante em nosso bolso, muitas vezes vale a pena pagar um valor fixo por mês e passar por um check-up, a fim de garantir um tratamento preventivo e evitar dores de cabeça futuras.

Outra vantagem que podemos encontrar ao fazer um plano odontológico é a questão do custo benefício. Em geral, os planos odontológicos têm uma cobertura de especialidades bastante ampla. Assim sendo, o valor mensal que a pessoa investe lhe dá o direito de fazer todos os procedimentos cobertos em contrato.

No entanto, dependendo das necessidades de cada pessoa, o valor gasto em um ano de tratamento, por exemplo, sequer cobriria um único procedimento particular. Portanto, vale a pena comparar e colocar no papel todos os gastos e coberturas.

Quais os cuidados na hora de contratar um plano odontológico

Se você pretende fazer um plano odontológico, seja individual ou familiar, verifique alguns pontos importantes antes de assinar qualquer contrato. Veja a seguir quais os cuidados básicos que você deve ter antes de fazer a contratação.

Veja se o plano odontológico é para você

Antes de pensar em fazer um plano odontológico, procure um dentista particular. Peça a ele que identifique todas as suas necessidades de tratamento incluindo um orçamento. Faça as contas de quanto você gastaria e, então, pesquise junto a uma operadora de plano odontológico se ela oferece cobertura para todas as suas necessidades. Verifique também o tempo estimado para a conclusão do mesmo. Analise o seu custo benefício e veja se fazer um plano odontológico realmente pode ser vantajoso para o seu caso.

Compare cobertura e carência

Não contrate o primeiro plano odontológico que você encontrar. Embora coberturas e carências sejam semelhantes entre operadoras, é importante fazer uma comparação e verificar qual se encaixa mais ao seu perfil.

Atenção ao contrato

Antes de assinar o contrato, tenha o cuidado de fazer uma leitura minuciosa do mesmo. Dessa forma, você ficará a par de todos os detalhes que não tenham sido mencionados pelo corretor. Tire todas as suas dúvidas antes de assinar e, se necessário, contate a própria operadora para esclarecer possíveis dúvidas que porventura não tenham ficado totalmente claras.

Verifique registros e reclamações.

A empresa cujo plano você tenha interesse em contratar deve ser registrada e ativa na ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Você pode acessar o site aqui e fazer uma consulta.

Além disso, verifique se não há muitas ocorrências de reclamações da operadora em questão. Uma boa alternativa é fazer uma consulta no Reclame Aqui.

Facilidades de uso

Verifique se a operadora que você pretende contratar estipula ou não um limite de consultas mensais. Se tiver muitos tratamentos a serem feitos, uma operadora que estipule limites de uso mensais pode não ser uma boa opção para você.

Como contratar um plano odontológico?

Para você contratar um plano odontológico, é preciso que você o faça através de um corretor registrado na Susep (Superintendência de Seguros Privados). Na maioria dos casos, este mesmo corretor costuma trabalhar com várias operadoras diferentes, o que pode te ajudar na hora de comparar serviços e carências.

Embora muitos planos odontológicos sejam vinculados a um plano de saúde, isso não é regra. Você pode contratar um plano odontológico independente, e que não tenha nenhum vínculo com o seu plano de saúde.

E então, já sabe se vale a pena fazer um plano odontológico? Se esse artigo foi útil para você, não deixe de compartilhá-lo com seus amigos nas redes sociais.

Vertigem não é uma simples tontura! Saiba mais

vertigem-causas-e-tratamentosCom certeza você já sentiu tontura em algum momento de sua vida. Seja por levantar rapidamente depois de muito tempo sentado ou deitado, por ter andado de montanha-russa, por ter passado por estresse excessivo, ou após uma queda. Mas você sabe dizer se isso foi ou não um episódio de Vertigem? Aliás, você sabia que existem diferenças entre Vertigem e Tontura? Neste artigo você irá se informar sobre o que é, quais as causas, sintomas e como tratar a Vertigem.

O que é Vertigem?

A vertigem é a sensação que o ambiente e tudo mais ao seu redor estão rodando, ela pode ou não vir acompanhada de outros sintomas:

  • desequilíbrios
  • náuseas
  • vômitos
  • movimentos oculares anormais (nistagmo)
  • zumbido nos ouvidos
  • perda de audição
  • desmaios

As principais causas para o aparecimento de episódios de vertigem são distúrbios no ouvido interno que atrapalham o cérebro a se orientar no espaço.

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Ouvido interno e suas estruturas.

O ouvido interno e suas estruturas – principalmente o labirinto – são os responsáveis por manter o equilíbrio do nosso corpo. O labirinto é um órgão formado por arcos que contêm líquidos em seu interior. E, é justamente a movimentação desses fluídos que auxilia o cérebro a interpretar os movimentos do corpo e manter-nos em equilíbrio. Similar a um nível de construção civil.

Mas o que leva o cérebro a não interpretar corretamente a mensagem do ouvido interno? As causas mais comuns são Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB), Doença de Menière e Labirintite. Além disso, infecções, traumas na cabeça e pescoço, tumores, problemas cerebrais (ex. acidente vascular cerebral), medicamentos, e até mesmo enxaquecas, podem desencadear vertigens.

Conhecendo as principais causas

Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB): é a causa predominante para os episódios de vertigem. Ela ocorre devido a calcificações que se formam no labirinto. Esses pequenos cristais de Cálcio se desprendem e ficam imersos no líquido presente nessa estrutura, atrapalhando o cérebro na hora de entender corretamente a posição do nosso corpo.

Normalmente a VPPB é de curta duração (segundos a poucos minutos) e se apresenta após certos movimentos da cabeça, podendo também ser associada a idade avançada. Infelizmente, a VPPB pode ir e vir durante semanas.

Doença de Menière: esta doença é causada por um excesso de líquidos e alteração da pressão do ouvido interno. Neste caso, a crise de vertigem pode durar de minutos a horas. Seu principal sintoma é um zumbido forte no ouvido e perda de audição momentânea. Tristemente, a doença de Menière pode levar a perda de audição permanente se não tratada ou, descoberta tardiamente.

Labirintite: também conhecida como Neurite Vestibular, é desencadeada por uma inflamação do labirinto ou do ramo vestibular (outra estrutura do ouvido interno). Esse tipo de infecção quase sempre é viral. O desequilíbrio acompanhado de náuseas e vômitos são as característica mais evidentes da labirintite. Em ataques fortes, os pacientes não conseguem se manter em pé. Assim como na doença de Menière, perda de audição e zumbido nos ouvidos não são incomuns. Os incômodos ocasionados pela labirintite podem durar semanas.

Vertigem ou Tontura? Como a vertigem é diagnosticada

Ok, você entendeu que a vertigem é muito mais séria do que aparenta. Mas, com certeza, você está se perguntando como saber a diferença entre vertigem e tontura?

Na vertigem você tem a alucinação do movimento, ou melhor, sente que tudo a sua volta (inclusive objetos) está rodando. Por outro lado, o sintoma mais evidente da tontura é a instabilidade/desequilíbrio corporal, aquela famosa sensação de estar pisando no nada, juntamente à ameaça de cair.

As tonturas ainda podem estar associadas à hipoglicemia, hipotensão, estresse, crises de ansiedade, ataques de pânico, problemas oculares (ex. mudança de grau dos óculos), bebedeira e outros males. Por isso é tão importante procurar um especialista.

Somente um médico poderá te dizer se o que você apresenta pode ser classificado como vertigem ou tontura e, se está ou não relacionado a outras doenças.

O diagnóstico é feito baseado nos sintomas que você apresenta, isto é, aquilo que você descrever para o médico. Também podem ser feitos os seguintes testes:

  • Verificação de nistagmo (movimentos descontrolados dos olhos)
  • Exames do ouvido
  • Exames de sangue (açúcar, hemograma, eletrólitos, hormônios da tireoide, etc.)
  • Testes de audiometria
  • Manobra de Dix-Hallpike
  • Ressonância magnética e tomografia computadorizada (somente em casos mais graves)

Tratamentos da Vertigem

Depois de ler tudo isso a respeito das vertigens talvez agora você esteja um pouco desanimado. Mas saiba que, em alguns casos, as vertigens se curam “sozinhas”. Na verdade, o cérebro aciona outros mecanismos relacionados ao equilíbrio e supre a necessidade de utilizar somente o ouvido interno, se ajustando ao problema.

Em outros casos, existem manobras terapêuticas [a manobra de Epley é a mais usada], em que um médico ou fisioterapeuta faz movimentações específicas com sua cabeça de modo a expulsar os cristais de Cálcio do ouvido interno.

Há também uma série de medicamentos que podem ser utilizados, tais como, os que suprimem as atividades do ouvido interno, anticolinérgicos e calmantes.

Somente em casos mais graves os pacientes são instruídos a não exercer atividades que exijam muito esforço físico ou grande deslocamento corpóreo, como serviços em locais altos e que exijem equilíbrio, dirigir e operar maquinários, etc.

Então, se você sentir qualquer tipo de tontura lembre-se de se acalmar e procurar descansar. Caso os sintomas não desapareçam, procure um médico imediatamente, investigar a causa é essencial! E, se você gostou do artigo deixe sua curtida, seu comentário e compartilhe essa informação.

Conheça mais sobre a aplicação de Botox

Apesar de muito popular, muitas pessoas não sabem do que se trata de fato o Botox.

Por isso, separei aqui, as principais informações sobre o procedimento, prós e contras de sua utilização. Confira a seguir!

O que é o Botox?

Nos referimos a toxina botulínica como Botox, uma substância que é utilizada para realizar a paralisação de uma região específica. A utilidade dessa substância não limita-se apenas aos procedimentos de beleza, é também utilizada para tratamentos de microcefalia, espasmos musculares e paraplegia.

No quesito beleza, a substância é indicada para quem busca “enganar” os sinais da idade, eliminando as rugas com o preenchimento em áreas da face.

O Botox pode reagir em prazos diferentes em cada pessoa, mas normalmente seu efeito médio é de 6 meses, podendo ser inferior ou superior.

Após a aplicação do Botox, a região em que foi aplicado ficará paralisada, isso quer dizer que as rugas desaparecerão, e o efeito deve ser renovado a cada novo período.

Quem pode utilizar o Botox?

A grosso modo qualquer pessoa pode utilizar a substância, contudo quem irá determinar a necessidade do uso ou não é o especialista responsável pela aplicação. Isso porque é preciso avaliar a necessidade real de aplicação, assim como a saúde do paciente, a fim de evitar problemas futuros.

Como aplicar?

Esse é um assunto delicado, e é por isso que vamos abordar. Muitas pessoas buscam tutoriais para aplicar a toxina botulínica fora de uma clínica, o que é um grande risco a saúde.

É preciso entender que o procedimento deve ser realizado por um especialista adequado e com experiência na área, além de ser realizado em ambiente com estrutura adequado, proporcionando maior segurança ao paciente.

Quais são os riscos?

Como mencionado anteriormente, o procedimento deve ser realizado por um médico, pois quando aplicado de forma inadequada pode acarretar na paralisia extrema, deformação da região, entre outros problemas.

Quais as vantagens?

Uma das principais vantagens do Botox é o fato de que o procedimento pode ser realizado de forma rápida e segura por um médico, e alcançar altos índices de satisfação dos pacientes sem a necessidade de cirurgia.

O procedimento pode ser realizado para correção de pequenos pontos de envelhecimento, marcas de expressão ou envelhecimento precoce.

O valor mais acessível, quando comparado às demais cirurgias plásticas também é um fator que chama bastante atenção dos pacientes, mas é um fator que deve ser observado, já que muitos locais sem profissionais e ambiente adequado oferecem preços extremamente baixos, mais com grandes riscos aos usuários.

Por isso, é de extrema importância avaliar bastante a clínica que pretende realizar o procedimento antes que ocorra. Certifique-se que o procedimento será realizado por um médico de fato, e avalie casos anteriores que poderão te dar mais segurança.

Flacidez da pele – conheça as causas e saiba como prevenir

flacidez da pele Um problema que afeta homens e mulheres de várias idades, apesar de ser mais comum em pessoas idosas, é flacidez da pele. Essa questão interfere diretamente na autoestima e por essa razão é importante conhecer as causas do problema e saber como preveni-lo.

A flacidez da pele ocorre devido à falta de fibras de colágeno e elastina para sustentar o tecido, ocorrência mais comum em casos de idade mais avançada e também quando a pessoa emagrece muito.

A flacidez pode ser de dois tipos, a muscular e a de pele. O primeiro caso é mais difícil de reverter porque a flacidez é mais profunda e ocorre devido à falta de fibras para sustentar os músculos. A flacidez da pele por sua vez é mais comum e acontece pela desorganização das fibras, sendo mais facilmente revertida.

Dessa forma, é importante saber quais são as causas mais frequentes da flacidez e como esse problema pode ser prevenido.

Quais são as principais causas da flacidez da pele?

A pele flácida pode ser causada por diferentes motivações o que faz com que seja necessário conhecê-las para evitar aquelas que sejam mais danosas para uma pele jovial e firme. Destacamos a seguir alguns motivos!

Envelhecimento

Uma das principais causas de flacidez da pele é o envelhecimento e esse fator não pode ser combatido, uma vez que a idade chega para todos, correto? Entretanto, apesar de não ser possível lutar contra o avançar da idade é possível reduzir os efeitos.

O envelhecimento está muito relacionado aos hábitos adotados pela pessoa, de forma que manter costumes mais saudáveis pode minimizar a flacidez causada pelo avançar da idade.

Hábitos ruins

Outra causa frequente da flacidez é a manutenção de hábitos de vida que sejam ruins para a saúde, como tabagismo e excesso de álcool. Essas duas substâncias são bastante prejudiciais para a saúde como um todo e também afetam a aparência.

Isso acontece, pois essas substâncias liberam toxinas que afetam e reduzem a elasticidade da pele, tornando-a mais flácida.

A flacidez também pode ser causada pelo estresse do dia a dia, caso a pessoa fique muito nervosa e ansiosa com frequência, resultando em disfunções hormonais que vão afetar a saúde da pele.

Alterações hormonais

Os problemas de pele também podem ser causados por alterações hormonais como aqueles relacionados a pessoas que emagrecem muito e de forma rápida, pessoas obesas e quando a mulher fica grávida.

Nesses casos, o acompanhamento médico e o relato do que está acontecendo são as soluções mais efetivas para evitar um agravamento da flacidez e de outros problemas decorrentes da situação.

Sedentarismo

O sedentarismo está relacionado tanto com a flacidez muscular quanto a da pele. Nesses casos, apenas a adoção de práticas esportivas no dia a dia serão suficientes para minimizar o problema e devolver à pele um aspecto mais firme.

Alimentação ruim

A alimentação também está entre os fatores que vão impactar muito a aparência da pele, podendo deixá-la mais saudável ou prejudicá-la. Assim, uma alimentação com excesso de carboidratos e açúcares fará com que o organismo não tenha nutrientes suficientes, deixando a pele com aspecto flácido.

Como prevenir a flacidez da pele?

Conhecendo as diversas causas da flacidez fica mais fácil saber quais medidas podem ser adotadas para prevenir esse problema tão temido entre homens e mulheres. Abaixo mostramos 6 maneiras de prevenir a flacidez.

Alimentação balanceada

A alimentação é um grande regulador do organismo e quando ela vai bem, outras coisas também vão. Lembre-se de tomar muita água, pois a hidratação está diretamente relacionada com uma pele mais saudável e vistosa.

Também é importante ingerir alimentos que ajudam na produção de colágeno, como aqueles com vitamina C, como laranja, acerola, mamão, frutas e verduras e também proteínas, especialmente da carne vermelha.

Outros alimentos indicados são peixes, ovos, cenoura, leite, soja, castanhas, óleo de linhaça e outros, evitando sempre os açúcares e os superprocessados.

Exercícios físicos

Além de contribuir com a saúde e a aparência, os exercícios físicos têm como vantagem que você pode optar por aqueles que mais te agradam e ter benefícios relacionados à prática esportiva.

É possível optar pela musculação com o objetivo de deixar diferentes partes do corpo mais firmes, lutas também são benéficas nesse sentido. Há ainda atividades menos agitadas, mas muito benéficas, como pilates ou caminhada que também ajudam.

Cuidado com a exposição solar

A exposição ao sol sempre deve ser feita com cautela. Utilize um protetor solar com FPS 30 ou maior e evite o sol entre às 10h e às 16h, pois nesse período os raios UVA são mais intensos e estão relacionados com o envelhecimento.

No entanto, a vitamina D é importante para o organismo, portanto, tente tomar sol diariamente antes das 10h e após às 16h.

Manter hábitos saudáveis

Ter hábitos saudáveis no dia a dia também é importante para a pele, dessa forma, evite bebidas alcoólicas em excesso e evite o tabaco. Ambas as substâncias são prejudiciais para a saúde e também para a aparência.

Tomar suplementos alimentares

A alimentação balanceada vai contribuir significativamente para que você tenha os nutrientes que precisa, entretanto, existem casos em que tomar suplementos alimentares para combater a flacidez é sim necessário.

É importante que antes de adotar essa medida um médico ou nutricionista seja consultado de forma a identificar quais nutrientes estão em baixa no organismo e podem ser repostos usando essa alternativa, como colágeno e outros.

Usar cremes de tratamento

Uma dica muito importante para quem quer prevenir a flacidez e as marcas de envelhecimento em geral é utilizar cremes de tratamento facial. Por se tratar de uma solução contínua ela apresenta diversos benefícios para a pele.

Ao optar pelos cremes antissinais para prevenir a flacidez lembre-se de escolher uma marca de sua confiança e um produto que considere as particularidades da sua pele, como o tom, se é oleosa ou mais ressecada entre outras características.

Pré-Natal: veja a importância do acompanhamento da gravidez

A importância do acompanhamento Pré-NatalApesar de vivermos em pleno século XXI, ainda existem mulheres que não entendem a importância do acompanhamento médico, através do pré -natal. O pré-natal não é apenas uma forma de garantir a saúde do bebê, como também o bem-estar da gestante.

O momento em que a mulher descobre uma gravidez é simplesmente mágico! Descobrir que você é responsável por uma vida, que está gerando um ser tão precioso, é simplesmente incrível.

A gravidez deve acontecer sempre com um acompanhamento médico, pois assim é possível prevenir e tratar, quando necessário, possíveis complicações.

Como funciona o pré-natal?

Primeiro de tudo, para iniciar o pré-natal, é preciso comprovar a gravidez com exames válidos, o que isso quer dizer? Imagine que você fez um exame de farmácia e este indicou positivo para gravidez.

Após esse resultado, você deve procurar seu ginecologista para que solicite o Beta HcG, o exame responsável por indicar a gravidez de fato. Ele é feito pela manhã, ainda em jejum, e normalmente o resultado sai no mesmo dia, com o resultado positivo em mãos, você pode iniciar seu pré-natal.

O pré-natal pode ser realizado com o próprio ginecologista, caso não, esse indicará um especialista.

As consultas de pré-natal, acontecem de forma mensal, e os exames podem ser divididos em períodos trimestrais ou dependendo dos casos mensais. Além de solicitação de exames as consultas servem para orientar a mãe sobre cuidados durante o período gestacional, alimentação adequada, atividades benéficas durante a gravidez, medicações indicadas, entre outros.

Conheça alguns dos principais exames que realizará durante a gestação:

Hemograma completo

Trata-se de um exame de sangue com detalhamento completo, ou seja, é feito a avaliação de todos os compostos presentes no sangue. Nesse exame, o médico conseguirá identificar possíveis casos de anemias, quadro bastante comum entre as grávidas, devido a diluição do ferro no organismo, além de identificar as condições do sistema imunológico e possíveis infecções para tratamento imediato e adequado.

O hemograma é solicitado logo na primeira consulta, e pode ser realizado nos demais trimestres ou até meses de acordo com a necessidade avaliada pelo médico.

Exame de glicemia

Este exame tem como principal função indicar os níveis de açúcar no sangue, e possíveis quadros de diabetes, quadro extremamente perigoso no período gestacional, já que pode afetar diretamente o feto.

Por isso, o exame é realizado logo no início do acompanhamento e no quinto mês de gestação, para que caso exista um quadro ou indícios de surgimento, o médico possa indicar o tratamento adequado.

Sistema ABO e fator RH

Esse exame indica o tipo sanguíneo da mãe, assim como o fator RH. É realizado apenas uma vez, logo na primeira leva de exames, podendo ajudar em possíveis transfusões durante o parto ou complicações durante a gravidez.

Exame HIV e VDRL

De alto grau de importância, esse exame identifica se a mãe possui o vírus HIV, ou seja, se existe chances de desenvolvimento da AIDS, e se é portadora da bactéria causadora da Sífilis.

Em casos de positivo, é realizado todo o tratamento adequado, para que não ocorra a transmissão para o feto, já que as chances são grandes. O exame é realizado logo na primeira consulta de pré-natal, para que ocorra o tratamento imediato, caso necessário.

Além desses exames já mencionados, existem outros como por exemplo: As ultrassonografias, urina, fezes, exames para identificação de toxoplasmose e rubéola, e qualquer outro que o médico julgue como necessário.

O fato é que o pré-natal, é mais do que acompanhamento de sua gravidez, é garantia e tranquilidade da sua saúde e do seu bebê, durante essa trajetória única em sua vida.

Os principais serviços de uma clínica de reprodução humana

Cresce cada vez mais o número de casais que procuram uma clínica de reprodução humana para que consigam concretizar o sonho de ter um filho. A clínica de reprodução humana não apenas pode ajudar com a concretização do sonho, como pode dar todo o apoio necessário durante esse processo, inclusive o psicológico.

Além dos tratamentos de infertilidade, as clínicas de reprodução humana podem oferecer diferentes serviços, você sabe quais são eles? Vem comigo e fique por dentro!

Reversão de laqueadura

A laqueadura é um processo em que as trompas uterinas são “amarradas” ou cortadas, dessa forma os óvulos não conseguem chegar ao útero, não havendo possibilidade de gestação.

Pode ser que em algum momento a mulher se arrependenda do procedimento, nesses casos, pode recorrer a uma clínica de reprodução humana, que poderá fornecer o tratamento de reversão de laqueadura, tornando possível a concepção novamente.

Reversão de vasectomia

Assim como no caso anterior, a vasectomia é uma cirurgia de esterilização que impede que ocorra uma gravidez. Essa cirurgia impede a circulação dos espermatozoides, mas pode ser revertida.

Para isso, o especialista realiza um novo procedimento cirúrgico que permitirá que os espermatozoides voltem a circular.

Tratamento de miomas

Miomas são tumores benignos que podem atingir qualquer mulher. Esses nódulos surgem no útero e podem gerar grande desconforto como dores abdominais intensas, sangramentos intensos, dores durante a relação sexual, inchaço abdominal, etc.

As clínicas de reprodução podem realizar todo o tratamento desses distúrbios, tanto para os casos que exijam tratamento simples com medicação, como os que necessitam de cirurgias básicas, até as mais complexas como a remoção completa do útero, por exemplo.

Preservação da fertilidade

Infelizmente estamos sujeitos a momentos em que a vida nos coloca em situações nada cômodas, como enfermidades um tanto mais graves, em que exijam um tratamento um pouco mais agressivo, como a quimioterapia.

Pacientes que estão passando por tratamentos oncológicos, podem ter sua fertilidade comprometida pelas radiações e medicação do tratamento. A clínica de reprodução humana, oferece uma solução para esses casos, em que os materiais reprodutores do paciente são preservados através de congelamento.

Dessa forma, em um futuro, mesmo que o tratamento tenha tornando o paciente infértil, esse terá a possibilidade de concepção, já que o material colhido estará em perfeito estado.

Diagnóstico Genético

Normalmente requisitado por pacientes que estão passando por fertilização in vitro, o diagnóstico genético é uma técnica que permite analisar as células do embrião para que possam ser identificados possíveis alterações no código genético, como também a identificação de mutações.

Isso quer dizer que os pais podem identificar possíveis problemas que o embrião pode vir a desenvolver e mutações já presentes em seu DNA.

Doação de óvulos

Isso mesmo, você pode ajudar uma mulher, uma família a realizar o sonho de conceber um bebê.

A doação de óvulos é uma das ações solidárias mais lindas, pois permite que mulheres saudáveis doem seus óvulos. Para ser doadora é necessário preencher alguns pré-requisitos, como ter até 30 anos, não possuir alterações em seu código genético, entre outros fatores.

Se você se interessou, procure a clínica de reprodução humana mais próxima da sua localidade e informe-se.

Alguns problemas que causam dor de barriga

dor de barrigaDores abdominais são sempre muito desagradáveis, principalmente as que envolvem o trato intestinal. A intenção deste artigo é tentar esclarecer o leitor sobre várias causas da dor de barriga e, claro, mostrar algumas soluções fáceis. Porém, não se esqueça. Qualquer anormalidade com nosso corpo, inclusive as dores devem ser tratadas por um médico especialista.

Quais são os tipos de dor de barriga mais comuns e como tratá-las?

As dores de barriga podem ter várias causas, dentre elas, podemos citar: colite, diarreia, enterite, gases intestinais, prisão de ventre. No próximo tópico, a seguir, explicaremos de forma simples o significado de cada uma, apresentaremos alguns sintomas e tratamentos baseados na alimentação.

  • Colite

Trata-se de uma inflamação aguda ou crônica do intestino grosso. Essas doenças são causadas por deficiências nutricionais, problemas vasculares, bactérias, entre outras e se manifestam através de fortes diarreias, evacuação líquida, com presença de muco, pus e sangue.

Suspenda o consumo de carnes, ovos, laticínios, frituras, chocolate e os condimentos irritantes.

Beba água pura e fresca em abundância para evitar a desidratação. Consuma alimentos ricos em fibras, sucos de frutas e sopas de legumes.

  • Diarreia

Evacuação frequente, podendo ser líquida ou pastosa que pode ser causada por diversos fatores, sendo que os mais comuns são a intolerância a determinados alimentos, excessos alimentares, bócio, cólera, diabetes, dispepsia ou processos inflamatórios.

Em crianças, a diarreia pode estar relacionada a gripe. Se for notada a presença de pus e sangue nas fezes, é necessário fazer alterações na alimentação para combater a diarreia.

Evitar alimentos gordurosos, doces, alimentos industrializados e de origem animal.

Substitua esses alimentos por outros que sejam naturais, como frutas frescas da época, vegetais e legumes crus, cereais integrais e fibras.

Não se esqueça de consumir bastante água, pois essa medida impede a desidratação.

  • Enterite

Inflação aguda ou crônica da membrana intestinal. Mais especificamente, trata-se de uma inflamação do intestino delgado, provocada por cólera, uso excessivo de bebidas alcoólicas, cálculos biliares, excessos alimentares, ou pela ação de germes.

Os sintomas mais comuns são: diarreia carregada de muco esverdeado, gases intestinais, evacuação sangrenta e debilidade geral. Trata-se de uma inflamação perigosa, portanto, o tratamento deve começar imediatamente após o aparecimento dos sintomas.

A forma mais efetiva para tratar o paciente é beber água em abundância e soro fisiológico para prevenir-se da desidratação.

Ao sinal dos sintomas citados, a doença deve ser tratada imediatamente por um médico, pois pode levar à óbito.

  • Gases intestinais

Gases produzidos por fermentação intestinal causado por ingestão de alimentos artificiais ou industrializados, ingestão de líquidos junto às refeições, combinações alimentares impróprias, sedentarismo.

Para promover um bom funcionamento intestinal use alimentos ricos em fibras, beba água em abundância e faça exercícios físicos moderados regularmente.

  • Prisão de ventre

Retenção de dejetos intestinais e, além disso, os outros sintomas envolvidos são: acúmulo de gases, alterações nervosas, falta de apetite, boca amarga, dores de cabeça e sonolência excessiva.

A causa da prisão de ventre deve-se à dificuldade digestiva, alimentação inadequada, ansiedade, doenças nervosas, estresse.

O funcionamento intestinal deve ocorrer na mesma frequência com que a pessoa se alimenta, e quando acontecem desequilíbrios nesse mecanismo, surgem diversas doenças do sistema digestório, alguns deles bem graves que devem ser tratados o mais rápido possível.

Para evitar ou combater a prisão de ventre são necessárias algumas mudanças no estilo de vida.

As refeições devem ser feitas em horários regulares, sem pressa e em local tranquilo.

Durante o dia, consuma bastante água, mas nunca junto às refeições. Separe algumas horas do dia, ou algum dia da semana para a prática de exercícios físicos moderados, preferencialmente em locais abertos.

Depois de um dia de trabalho é fundamental que a pessoa tenha pelo menos 8 horas de sono tranquilo e revigorante.

Para concluir é importante esclarecer que a dor de barriga pode ter outros motivos e a qualquer sinal de dor ou sintoma citado acima deve ser investigado imediatamente.

Para concluir é importante que deixemos claro que a intenção do blog não é oferecer tratamentos medicamentosos e nem que as dicas que fornecemos irão sanar qualquer problema de saúde. A intenção deste é apenas informar.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE

Para qualquer problema apresentado, buscamos dar uma solução paliativa e superficial, aconselhando sempre que a pessoa procure ajuda médica para todo problema de saúde.

As informações e dicas apresentadas nunca substituem uma visita ao médico especialista. Somente ele, com base em exames clínico, laboratoriais e por imagem poderá fazer um diagnóstico exato e prescrever os medicamentos corretos para cada caso.

Conheça a cura através das flores com a Terapia floral

A terapia floral é uma terapia alternativa complementar que se utiliza das propriedades encontradas nas essências florais – à base de flores e plantas – para trazer equilíbrio emocional e físico para os que dela se beneficiam. Apesar de as soluções serem altamente diluídas, a terapia floral não deve ser confundida com homeopatia. Os florais podem também ser utilizados em conjunto com medicamentos alopáticos.

Por meio do tratamento das causas – emoções –, algumas condições físicas podem também ser tratadas com o uso dos florais, tais como úlceras, asma e pressão alta.

Neste artigo, traremos mais detalhes a respeito dessa terapia tão interessante. Vamos começar falando um pouco sobre como e quando surgiu a terapia floral.

A história da terapia floral

Terapia floralOs florais eram muito utilizados na Antiguidade, tendo surgido no Egito, milhares de anos antes de Cristo. Os mais diversos povos conheceram seus benefícios. Segundo dizem, até mesmo a perdida Atlântida teria desfrutado do poder das flores. Desde aqueles tempos, era explorada a capacidade desses florais de trazerem conforto e equilíbrio às emoções.

Na década de 1930, porém, a terapia floral passou a fazer parte da medicina alternativa moderna, com os estudos do médico britânico Edward Bach. Mas foi só em meados dos anos 1970 que a terapia floral foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Essências florais e os florais de Bach

As essências florais são soluções em água de flores que trazem benefícios à saúde por meio do equilíbrio das emoções. Os florais de Bach são um conjunto de 38 florais estudados e desenvolvidos pelo médico britânico Edward Bach. Bach largou tudo o que havia construído em sua carreira como bacteriologista e homeopata para dedicar-se ao estudo das plantas. Ele chegou até mesmo a queimar seus antigos escritos.

Os 38 florais de Bach, em inglês, são os seguintes: agrimony, aspen, beech, centaury, cerato, cherry plum, chestnut bud, chicory, clematis, crab apple, elm, gentian, gorse, heather, holly, honeysuckle, hornbeam, impatiens, larch, mimulus, mustard, oak, olive, pine, red chestnut, rock rose, rock water, scleranthus, star of Bethlehem, sweet chestnut, vervain, vine, walnut, water violet, white chestnut, wild oat, wild rose e willow.

Quando Edward Bach desenvolveu seus florais, ele os classificou em grupos que indicavam quais as emoções que cada um trabalhava. Os grupos são os que seguem: desânimo e desespero, falta de interesse nas circunstâncias presentes, insegurança, solidão, hipersensibilidade, preocupação excessiva com o bem-estar dos outros, medo e hipersensibilidade a ideias e influências dos outros.

Outros sistemas florais

Além do sistema floral de Bach, o mais conhecido, existem outros sistemas florais com suas próprias essências. Alguns exemplos são: florais Filhas de Gaia (com florais brasileiras), florais Agnes (com florais de plantas do cerrado), florais da Califórnia, florais do Alaska, entre outros.

Os benefícios da terapia floral

A terapia floral tem como intuito trazer o equilíbrio emocional ao paciente e, dessa forma, cura-lo. Algumas condições emocionais que podem ser tratadas por meio do uso de essências florais são as seguintes:

  1. Depressão: O uso dos florais contra a depressão tem sua eficácia comprovada por estudos de caso realizados na Universidade de Westminster, na Inglaterra, em 2008. Alguns florais que podem ser úteis para essa condição são a de mostarda, de oliveira e a de pinheiro.
  2. Ansiedade: Os florais mais recomendados para o tratamento de ansiedade são o de agrimônia e o de verbena. O primeiro trata de casos de ansiedade extrema, enquanto o segundo é destinado para aqueles que trabalham demais e não conseguem relaxar.
  3. Síndrome do pânico: Há também estudos de caso que reportam a eficácia dos florais no tratamento de pessoas com síndrome do pânico. Porém, é importante ressaltar que a terapia floral é uma terapia complementar. Sendo assim, as essências devem ser utilizadas juntamente com outros medicamentos que tratem o problema.
  4. Estresse: Os florais são também bastante indicados para tratamento de casos de estresse. De acordo com um estudo feito pela Universidade de Miami, a essência floral conhecida como “Rescue Remedy” é extremamente eficaz na redução do estresse. Ela é composta por 5 diferentes florais de Bach.

Já algumas das condições físicas que podem ser indiretamente tratadas por florais são: asma, úlceras, hipertensão arterial, distúrbios menstruais e até mesmo cálculos renais.

Recomendações e precauções

As recomendações que podemos dar não substituem o acompanhamento de um médico especializado. A dosagem padrão é de 4 gotas da essência (na boca), 4 vezes por dia.

Algumas precauções devem ser tomadas, apesar de as essências florais não apresentarem efeitos colaterais nem contraindicações. Para crianças menores de 6 anos, mulheres grávidas e lactantes, recomenda-se que as essências sejam diluídas em água.

A terapia floral é, portanto, baseada no tratamento das emoções e sensações do paciente, as quais estão fortemente associadas com o estado físico e energético do mesmo. Tratando o desequilíbrio emocional e trazendo, em consequência, benefícios à saúde mental e física, a terapia floral é bastante recomendada para pessoas que sofrem com fortes emoções e apresentam, por exemplo, quadros de depressão, ansiedade ou estresse.

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